Capítulo 4- Cidade perigosa

Demos um berro ao ver a criatura. A mão dela transformou-se num canhão de plasma, que disparou contra o carro, fazendo-o capotar e explodir numa espécie de mini cogumelo-nuclear! Eu e a Sari arrastámo-nos para fora do carro. Ela espreitou para debaixo do carro, no banco do conductor. Depois voltou a virar-se para mim e disse:

-Ele morreu!!!

Observámos cinco caças da força aérea a voarem sobre nós. Vários mísseis ejectaram-se dos seus compartimentos e atingiram o robô, provocando uma enorme explosão. Eu e ela deitámo-nos para o chão. Virei-me para trás. O fumo ainda cobria o local onde estava o suposto robô. Eu disse:

-E impossível que aquela coisa ainda não tenha sido destruída…

… E por acaso, não! Resistente e forte como antes, com o seu canhão de plasma disparou contra os cinco aviões, fazendo dois deles explodirem em vôô e os restantes caíndo com um rasto de chamas atrás. A Sari, ao olhar para os aviões lembrou-se:

-JONH! É CLARO!!! Nós estamos pertíssimo da basaérea de Sintra! Lá ao fundo da auto-estrada! Ela está lá….

-E o que é que isso nos importa?

– Lá nós temos veículos de fuga!

-Mas… E a nossa família?

-Jonh… Como é que eu te hei de dizer… Que tal… Bom, consegues ver como estão as coisas á nossa volta?

Olhei só para cima e reparei noutro avião em fogo.

-Pensa assim- Continuou ela- Isto não é o fim! Nós  podemos arranjar um modo de soberviver! Diz-me: Queres ficar aqui, a repensar na vida e a procurar os teus pains nos destroços das casas, ou… Que tal começarmos uma vida nova? Se o avião nos levar para outro país, quem sabe… Nós poderemos ter uma vida melhor!…

pensei muito bem. Depois eu disse:

– Concordo!
Corremos pela auto-estrada sem receios de aparçer de repente um veículo e nos atropelar, uma vêz que todos os carros já tinham sido destruídos ou estavama abandonados.  Ao chegarmos ao pé do portão da basaérea, eu não pude desviar do Justin, que estava ao pé do portão, com uma perna torçida e cheia de sangue. Fui para ao pé dele e perguntei-lhe:

-Justin, estás bem?

-Claro que estou, olha só eu aqui a relaxar na vida boa…

E mostrou-me o dedo do meio. Eu disse-lhe:

-Justin, isto é um assunto sério! Eu e a Sari vamos abandonar este país e começarmos uma vida nova em outro lugar. Vens conosco?

Ele olhou para a mim. Depois olhou para a Sari e disse:

-Na boa!

No próximo capítulo— A basaérea

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