Capítulo 5 – A basaérea

Havia arame farpado sobre o muro, por isso tivemos de passar por um buraco que havia lá no muro. Rastejámos pelo buraco e fomos dar a uma espécie de parque de estacionamento com veículos militares. Havia uma porta ao fundo do parque. Tentei-a abrir, mas não consegui: Estava trancada.

 

-Porque é que a gente não arromba a porta? – Sugeriu a Sari

-É uma boa ideia – Concordou o Justin

-Mas… Arrumbamos a porta com o quê? -Lembrei-lhes eu

-Vamos todos contra a porta!- Lembrou o Justin, com um olhar muito incensato. Mostrei-lhe a língua. Recuei para trás e corri em direcção da porta, conseguindo arrumbá-la. Entrámos dentro da basaérea. Á entrada havia uma espécie de balcão. Não havia ninguém ali e a luz do tecto estava avariada, de vêz em quando piscava ou ia-se abaixo. Havia outra porta ao fundo do balcão, que felizmente não estava trancada. Abri a porta e ia dar a um corredor, com seis portas, três de cada lado. Ao fundo do corredor havia uma porta  aberta. Fomos até lá. Ia dar a um local escuro.

 

-Não vejo nada!- Disse eu!

-Espera!- Avizou a Sari- O meu telemóvel tem lanterna.

Ela procurou o telemível dela na sua mala e encontrou-o rapidamente. Ligou-o e notámos que haviam duas escadas: Uma em cima e outra em baixo. Deçidimos ir á de baixo, que ia dar a outro corredor, este era amplo e grande. Haviam várias portas em cada lado do corredor, e ao fundo também havia uma que ia dar ao extrior. Abri a porta que estava á minha esquerda. Ia dar a um dormitório, cheio de beliches. Verificámos as outras portas. Iam todas dar a um dormitório pareçido com o outro. Fomos até á porta que ia para o extrior. No extrior estava o terreno onde tinha vários aviões militares parados. Ao fundo haviam dois aviões Hércules C-130 e, felizmente estavam lá pessoas. Gritámos para chamarmos a atenção deles, mas de repente reparámos que o chão começou a rachar-se e, de repente surge uma espécie de tartaruga com espinhos com uma cauda com uma espéçie de moca. A “coisa” olhou para nós e, de súbito disse:

 

-Eu ser um dinobot! Eu destruír humanos!

 

Ele bateu com a cauda-moca no chão e provocou um terramoto horrível, que fêz o edfício da base demolir-se sobre ele, sem provocar-lhe o menor dano. Corremos enquannto a coisa nos preseguia! Já vinham ao fundo vários guardas armados e dois levaram-nos para o avião, enquanto os outros disparavam sobre o monstro. Corremos para o porão de carga do C-130, onde estavam lá várias pessoas. No meio da confusão, o Jonh e a Sari foram parar ao outro avião. Bati na janela do avião que é para os chamar, mas não obtive resultados: Eles não me viam. Reparei ao fundo: A tartaruga com espinhos também se tornou um robô. E ainda pior, surge outro dinossauro: Um Velociraptor que atacou-se sobre os guardas e arrancou a cabeça a um deles! Qunado se ia preparar para estripoar o outro guarda, desviei-me da janela para não ver aquela horrível cena e tudo o que ouvi foi um berro horrível e o rugido do Velociraptor. Os dois dinossauros dirigiam-se para o avião, aí os restantes guardas fecharam logo o compartimento para o velociraptor não entrar. O piloto começou a comunicar com a torre de controlo:

 

-Atenção torre! Aqui fala Air Angel 2! A situação está urgente! Temos de fazer estes aviões saírem do aeroporto antes que seja tarde para estes cívis!

 

-Torre para Air Angel 2! Tem autorização para alevantar vôo! Repito: Tem autorização para alevantar vôo!

 

-Ok torre! Comunique a mensagem ao Black Angel 1!

 

-Estou a falar com ele… Bzzzzz…. bzzzzzz…. bddxzxas!

 

Um lazer saído dos olhos do dinossauro desmaterialzou  a torre de controlo. O pânico ainda foi maior. Os aviões começaram a recuar para trás, dirigindo-se para a pista. Quando chegaram á pista avançaram á sua veloçidade máxima. O nosso avião foi o primeiro a alevantar. Felizmente, levantámos com segurança. Olhei para baixo e… Dei um berro ao ver que o dinossauro-robô se aproximava do outro avião! A Sari e o Justin estavam lá dentro. O robô-tartaruga volta a transformar-se na tartaruga com espinhos e bate com a moca dela no chão, provocando uma explosão que se alastrou em direcção ao avião, fazendo-o explodir. Dei um berro! Nessa altura cheguei a acreditar que a Sari tinha morrido… Outro lazer saíu da cauda da tartaruga, este atingindo um dos motores do avião onde eu ia, que foi forçado a fazer uma aterrajem de emergência de novo na basaérea! Felizmente, não houve problemas na aterragem. Quando aterrámos, corri para os destroços do outro avião.

 

Capítulo 7- Viajem

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2 thoughts on “Capítulo 5 – A basaérea

  1. oi voçe poderia dar uma olhada no meu blog e poderia divulgar o fanfic dele e tenho outro blog agora ele nao e dos transformers,mas e legal Adventurebrazil.blogspot.com

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