War for Cybertron Nintendo DS: Autobots (Análise)

Sim senhor, calhou-me a sorte grande e hoje ao chegar aos correios- Advinhem- Estava o War for Cybertron, Autobots para a Nintendo DS á minha espera! Aparentemente a versão Decepticons está ainda a caminho, logo o melhor a fazer é aproveitar o que já chegou (O War for Cybertron não foi o único jogo que me chegou pelo correio hoje, também chegou o Grand Theft Auto: Chinatown Wars para a PSP- Horray! Finalmente completei a minha colecção de GTA inteira!), e assim, tal como prometido, decidi escrever logo uma análise para o blog deste jogo que eu tanto esperei.

Digo, claro que o que eu TANTO TANTO TANTO esperei é a versão de PS3, que tal como eu falei no post anterior já está a caminho daqui, mas provavelmente ainda vai demorar muito para chegar cá. Então, será que este pequeno “cartãozinho” reduzido para a que muitos consideram a consola mais fraca do mercado, conseguirá, pelo menos, matar a vontade até a versão de PS3 chegar? Vermos então…

A história, tal como já falei antes nas notícias sobre o jogo, é a mesma das outras plataformas (SPOILERS abaixo, se não quizerem saber não leiam o resto do parágrafo): Uma prequel oficial da G1, que neste caso começa quando Zeta Prime, o anterior líder dos Autobots antes de “Optimus” (Ainda sem o nome de “Prime” no fim) está mantido em cativeiro numa prisão de alta segurança Decepticon. Cabe aos Autobots, na primeira metade das missões, descobrirem a sua localização e infiltrarem-se na prisão pra salvar Zeta Prime… Ou pelo menos tentarem, visto que ele acaba por falecer após ser violentamente torturado pelos Decepticons. O conselho, chocado com a morte de Zeta, elige Optimus finalmente como o conhecido Optimus Prime. E o resto… Bem, o resto é Optimus Prime a lutar por Cybertron, em busca de deter Megatron e restaurar a paz no planetinha. Ou bom, provavelmente deve ser isso, visto que ainda não fiz o resto depois da primeira metade (E olhem que a próxima missão após a morte do Zeta promete, com o encontro dos Dinobots Grimlock e Swoop!)
Tal como eu disse, hoje que recebi o jogo só em menos de 3 horas a jogar já consegui chegar a metade do jogo (E olhem que até tenho o botão L da minha DS estragado que é essencial para o jogo!), o que demonstra que têm pouquíssimas missões de história. Aliás, só existem 8 missões da storyline no jogo inteiro! Soa péssimo, certo? Pois bem, ao contrário de nos jogos anteriores de DS onde as missões são algo básico e curto como “Mata um gajo aqui e outro ali” ou “Defende aquele treco acolá”, aqui são super extensas, e em vêz de serem em um mapa aberto são em mapas, que embora por si também permitam bastante exploração, são propriamente mais em sequência e mais fechados do que o normal. Ou seja, aqui o objectivo é mais propriamente seguir em frente do que ir de ponto em ponto num mapa aberto. Claro que eu prefiro jogos de “sandbox” com um mundo aberto, mas aqui até funciona melhor. E não existem apenas missões de história, existe também um modo “Arena” com diversas missões extras que podem ser jogadas com ambos personagens Autobots ou Decepticons onde o objectivo é fazer missões do tipo “survival” como o Escalation do jogo normal (Onde se enfrentam waves de inimigos progressivamente), corridas de checkpoints, entre outros tipos de sub-missões.
Os gráficos estão no bom nível para um jogo de DS. Claro, não são perfeitos, mas não ficam nem perto de chegar ao ponto humilhante de “Isto aqui no meio do mapa é suposto parecer um prédio?”. A construção dos objectos espalhados pelo mapa e do dinamismo do jogo em si é bastante tolerável sem grande esforço, sendo perfeita durante a acção do jogo. Os personagens também estão bem construídos, e embora quando vistos antes de começarem as missões ou nas cutscenes possam parecer super mal-feitos, são facilmente aceitáveis quando vistos de perto e ao vivo enquanto se joga.
Por falar nos personagens, existem MONTES e MONTES de personagens desbloqueáveis, citando apenas aqui alguns exemplos como Sideswipe, Cliffjumper, Ultra Magnus, Hot Rod, Jetfire e até Grimlock (Pela primeira vêz em um jogo da franquia!) entre muitos outros. Os diversos personagens funcionam em sincronia com a jogabilidade: Antes de começar as missões o jogador escolhe 2 personagens quaisqueres e esses personagens serão usados durante a missão, e poderão ser alternados em qualquer momento. Os diversos personagens, á medida que avançam no jogo, também evoluem de “rank”, podendo ficar assim mais fortes, regenerarem a energia e a vida por mais tempo, etc…
A jogabilidade adequa-se bem. Pode-se transformar a qualquer momento quando o jogador bem entender, pode-se usar tanto as suas armas de fogo como as suas armas de combate corpo-a-corpo que cada um tem e para recuperar vida e energia basta ficar quietinho por um momento, mais ou menos como em Revenge of The Fallen para PS3/PC/Xbox 360. E sem dúvida é algo que resulta bem! E sem contar que o facto do jogador poder alternar constantemente de personagem ajuda bastante, pois se estiver quase com a vida no mínimo e prestes a morrer basta mudar para o outro personagem suplente enquanto o normal recupera a vida lentamente.
Por outro lado, se um personagem morrer, o outro fica de substituíto, e se matar o surficiente (Mais ou menos após derrotar uns 3 ou 4 inimigos) o segundo personagem volta á vida. Isso ocorre em quase todos os casos, exepto quando o personagem cai de um penhasco… O que irrita bastante, pois ás vezes os controlos dos veículos não são os melhores e pode ser super frustrante morrer lá no finalzinho da missão simplesmente porque não se notou no buraco enorme no meio do caminho que dava pra um poço de lava. Claro que para evitar isso o melhor é usar sempre pelo menos um veículo aéreo assim que é desbloqueado. Aliás, os veículos aéreos são provavelmente os mais divertidos do jogo!
O jogo também tem um modo multiplayer, do modo típico onde se decide o modo, o mapa e convida-se as pessoas á volta do mundo a jogarem. Porém, desta vèz existe um modo de “Ante” game, que é com todos os outros, só que com apostas de personagens… O jogador põe os personagens que quizer á luta, e se ganhar fica com os personagens que o adversário usou… Senão não fica com nada e perde os que usou na luta, tendo que fazer missões de salvamento extras para os recuperar.
Original, não é? Bem, ainda não consegui jogar em multiplayer e não posso comentar muito, mas de começo parece ter sido bastante copi… Hã, digo, inspirado dos jogos de Pokémons!
Image 19
War for Cybertron pode não ser o melhor jogo que já joguei para a DS, mas é definitivamente ótimo. Qualquer fã de Transformers que tenha uma DS fica com este jogo como uma aquizição obrigatória, se possível ambas versões Autobots e Decepticons. Este é um jogo para não perder agora que está nas lojas, e definitivamente vai servir para matar a vontade enquanto não chega a versão de PS3!
Nota final: 8/10
Anúncios

2 pensamentos sobre “War for Cybertron Nintendo DS: Autobots (Análise)

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s