Crítica: Transformers 3: Dark of the Moon

“Oh nha nha nha, mas Henrique, tu tás a fazer uma review dos Transformers 3 e como és fã e pagas por qualquer m… que o Bay faça sei que vais falar bem dessa obra desastrosa, ai ai ai, não tens cultura cinematográfica nenhuma, vou é ao New York Times ler uma análise inteligente e com cabeça, ui!”

Cinco palavras pra quem começe a pensar isso antes sequer de ler a minha opinião: Are you talking to me? E quem não sabe quem disse essa frase então certamente não é digno sequer de criticar a cultura cinematográfica de uma fã do Crepúsculo.

Agora sim. Transformers 3! Ah, será que valeu a pena? Ou será um desastre? Será que o Michael Bay e o resto da equipa conseguiu unir elementos surficientes pra fazer o filme de Transformers perfeito? Ou será algo vergonhoso ao nível do Legend of Chun-Li e do Attack of the killer tomatoes? Será que é desta que o Optimus Prime finalmente acaba com o Megatron de uma vêz por todas? Se uma árvore caír na floresta sem fazer som será que faz barulho na mesma? A resposta a todas essas questões… Ou bom, quase todas menos a última, encontra-se logo a seguir!

Ah, e claro antes de avançar… Bem, acredito que a maioria das pessoas que estejam a ler isto já tenham visto o filme, mas caso não tenham percebido de alguma forma, obviamente vão haver SPOILERS no texto abaixo. Portanto se querem evitar os spoilers podem saltar logo para o fim para ler a opinião, caso contrário divirtam-se a ler o resto.

Ok, prontos?

Bem, normalmente eu ia descrevendo o filme passo-a-passo, mas como já se faz um pouco tarde aqui e estou cheio de sono, vou fazer de maneira mais simples, e, no geral, mais informativa: Uma lista de “Pros” e “Cons”, ou seja, basicamente o que gostei e o que não gostei.

Pros do filme:

– Em primeiro lugar, arrisco dizer sem medo de errar que entre qualquer filme lançado, diremos, pelos últimos 10 anos, os Transformers 3 estão certamente no topo em questões de melhor qualidade de efeitos visuais. O filme, como se esperar de um filme de Transformers, é obviamente visualmente espantoso. E quando falo visualmente espantoso, acho que posso afirmar que é excepcionalmente impressionante. Tudo desde as explosões e aos prédios a desmornarem até ás sequências de combate são feitos de maneira imprescendível. Portanto, se são do tipo “Meh, só gostei dos outros 2 filmes por terem CGI fixe” então tenho a certêza que irão adorar este. E a maneira de como os robôs gigantes intregam com o cenário… De como misturam a imagem real com cada minimo detalhe para ficar simplesmente perfeito… É de loucos. Para mim, em questões de efeitos visuais, é digno de, pelo menos, metade dos óscares da academia. Claro que algum outro grande filme de gatinhos azuis inseridos em um universo digital (Oh, o trabalho que o realizador teve pra fazer isso! Deve ter sido tão difícil manipular a câmara por aqueles green screens todos e unir com shots reais!) há de aparecer e “pedir emprestado” os óscares, mas tou-me a cagar para a academia. Afinal, citando Churchill: “History is written by the victors“. Bom, não que esteja realmente a acontecer alguma batalha onde exista realmente alguma vitória, mas é uma quote fixe pelo menos… Mas bem, de qualquer maneira já deu pra entender: Não se podia pedir mais em questões de efeitos especiais.

– A história (E sim, para os tipos palermas que nem prestam atenção ao filme e preferem apenas afirmar  “Ah, é do Michael Bay, portanto não tem história nenhuma!” então informo que a história existe sim. Surpresa!) é provavelmente a melhor entre os 3 filmes. Tem os seus pontos fracos, é verdade, mas das suas fraquezas eu falo depois, agora prefiro falar do melhor da história. Resumindo a história do 3º filme em 3 palavras: “Dark”, criativa e profunda.

“Dark” pois certamente tem um clima quase tão negro como o Megatron Origins da IDW. Claro, ainda há bastantes piadinhas e cómicos de situação para quebrar a tensão, mas na maioria dos momentos a maneira de como a história envolve o programa espacial da NASA, os Decepticons e a lua resulta em um plot dramático, e verdade seja dita, com umas boas surpresas pelo meio. Ahhh, sacana do Sentinel… Bem, falo dele a seguir. E só pra avisar, aqui as mortes não são a brincar nem para renascer 5 minutos a seguir. Portanto preparem-se que podem ver um ou outro dos vossos Autobots favoritos a ter um trágico e negro fim. Ahhh, Ironhide… Caso haja uma sequela, certamente sentirei a falta dele, era como o Stallone dos Transformers.

Criativa pois é simplesmente algo novo e nunca tentado antes: Misturar de maneira séria facções de robôs gigantes inimigas, a exploração da lua e porrada por Chicago não é algo que propriamente tenha existido antes, e mesmo que possa não ser um plot que se torne clássico ou famoso como os do Star Wars, pelo menos é inegavelmente bom.

Profundo porque não só ficamos a conhecer algumas personagens melhores (Como finalmente mais coisas sobre o Sideswipe do que “Yeah, I’m good!”) como também alguns dos segundários humanos mais criativos de sempre. John Turturro é hilariante como sempre, especialmente agora que se torna um ricasso internacionalmente famoso, e o Wang certamente merecia mais minutos de filme.

– Não que a Rosie tenha sido a melhor personagem humana, a sério que não foi, mas tenho que admitir: A Megan Fox não fez falta nenhuma durante o filme inteiro. Bom, pode ser que agora sem Transformers a Megan se dedique a fazer filmes pornôs (Vamos torçer todos para que sim!)

– O Wheelie continua hilariante, e agora ainda mais com o Brains!

– Os Decepticons estão… Bem, bastante diferentes de como eram representados nos filmes anteriores. Aqui a ideia é que depois de tanta pancada no Egipto, nada mais sobrou do exército de Megatron do que ele mesmo, o Shockwave, o Soundwave (Que surpendentemente quebra a “tradição” de ser p… do Megatron) e o seu leal passarinho, o Lazerbeak. Os Decepticons aqui são mostrados como um exército em decadência, mas ao mesmo tempo não deixam de ficar agressivos e muito mais violentos do que sempre. Um bom exemplo disso é o Lazerbeak e os seus métodos de assasinar cada colaborativo humano que ele forçava a trabalhar, desde fingir-se de uma “boneca-robô” para amistar com uma menininha e em seguida matar o seu pai até atirar Wang pela janela do seu escritório e ter o prazer de ouvir algumas boas descrições que explicam bem o resultado daquele “suicidio”. Já disse e repito: O Lazerbeak merecia o seu próprio slash movie. Já o Megatron no meio daquilo tudo mantém-se silencioso e frio, perdido nas memórias do grande líder que um dia fora e de agora estar literalmente a desfazer-se. Até ao final, onde finalmente prova que ainda está nos seus dias de badass.

– O Sentinel Prime… É de longe um dos vilões mais impressionantes da franquia inteira. A sua devoção por Cybertron e a sua “revelação” como traídor fazem dele certamente um dos mais criativos entre todos. É bom ter um vilão que desafie e quebre as regras do que normalmente vemos em Transformers. Genial. Direi que ele até fêz um inimigo melhor que o Megatron… Ou bom, pelo menos quase.

– Finalmente vemos humanos a matarem Decepticons… Usando estratégias militares inteligentes e bem organizadas em vêz de “There’s the weak spot, shoot him!” (Cof cof- O Simmons a matar o Blackout com uma M4 no primeiro filme e soldados a matarem Decepticons genéricos com metrelhadoras montadas em tanques no segundo filme). Sim, eu sei que sequer humanos a matarem Transformers soa péssimo, mas não se preocupem… Os que são mortos por humanos – Que verdade seja dita, não são quase nemhuns comparados aos que sobraram para os Autobots – São mortos pelo menos com lógica. E sim, claro, com ajuda de algum equipamento Cybertroniano fornecido pelo Q (Que é praticamente o equivalente ao Wheeljack neste filme).

– Cybertron é visto pela primeira vêz nos filmes (Ou bom, pelo menos afastada o surficiente para se ver o formato do planeta em geral) e é, na minha opinião, o melhor design para Cybertron do que qualquer outro apresentado em qualquer outra série de Transformers. É diferente de qualqur outro, e é isso que o torna excepcional.

– Surpeendemente, a trilha sonora é exelente. O score em si é espetacular como sempre, e mesmo que uma ou outra música pelo meio seja “reciclada” do filme de 2007, no geral há músicas diferentes e dramáticas o surficiente para marcarem uma diferença, com uma composição digna de algo vindo de Philip Glass! E as “músiquinhas” em si… Bem, felizmente a maioria até foi imperceptível, e o pior é que tenho que negar que a porcaria do Iridescent até caíu bem no momento em que o Sam entrou por Chicago devastada. Digo, claro que o Goodbye Blue Sky dos Pink Floyd obviamente ficava centenas de vezes melhor nesse momento mas… Ah, ok, pronto, vou parar de vêz de associar “Dark of the Moon” com “Dark SIDE of the Moon”, perdão. Ao menos ainda tiveram a gentileza de fazer uma referência aos Pink Floyd, o que não é mau.

– “I just want to be back in charge again… And after all, what would you be wihout me, Optimus?” “… That is what we’re about to find out!”. Épico. Certamente uma das quotes mais épicas da franquia.

Cons do filme:

– XÉÉÉÉÉÉÉÉ! Mas quiéke aconteceu c’us bróda, meu?! Mas ke cena é esta, pah?! Prá onde foram esses manos quiados?! Até já tinham filmados umas cena quiadas c’eles todos tunados, pah! E bom, se ao menos fossem só os gémeos… Mas e também a Chromia, que foi a única “motinha” que sobreviveu do filme anterior? O que é feito dessa gente toda? Desaparece essa gente assim, do nada?

– Quanto ao Shockwave… Bem, a “minhoca” gigante dele certamente foi um obstáculo enorme e gerou sequências espetaculares, mas infelizmente o Shockwave em si não fêz m… a não ser assustar uns soldados e ter a cara desfeita pelo Optimus Prime (Ahhh… É sempre o clássico GIVE ME YOUR FACE, não é Prime?). É pena, achei que depois do The Fallen eles tivessem aprendido a melhorar um vilão que se apresentasse com bom destaque, mas aparentemente ninguém quiz saber. Bem, ao menos está perdoado se virmos que o Shockwave não é propriamente o vião principal como o The Fallen no segundo…

– Por favor… Nunca esperei dizer isto, mas acho que também nunca me cansei TANTO de humanos em um filme de Transformers como este! Sim, o Sam com os seus pais teve os seus bons momentos e ele no emprego em si certamente foi engraçado, mas o tempo desperdiçado com ele a implicar com a Carly ou a reclamar de como preferia estar na batalha com os Autobots… Bem que podia ter sido aproveitado com… Sei lá, um pouco mais de pancadaria ou mais alguns momentos e detalhes do Lazerbeak a assasinar os contactos humanos partes do programa espacial?

– Mesmo com a maioria obviamente tendo bastante personalidade mostrada, acho que o Dino/Mirage (O Ferrari) certamente bem que podia ter mais momentos de ecrã e uma personalidade melhor explorada. “Más personalidade, per favor!”

Conclusão:

Então, é bom? Na minha modesta e honesta opinião, acho que é o melhor entre os 3. Tem efeitos mais impressionantes do que os 2 juntos, a história é boa e mesmo com as suas falhas aqui e ali, no geral faz uma boa embalagem de um ótimo filme.

Nota? de 1 a 10, ficaria indeciso entre um 8 alto ou um 9 baixinho, portanto acho que fica entre esses dois.

Bom, espero que tenham gostado da minha análise. Se gostaram, obrigado, se não gostaram… É pena. Mas caso queiram devolta o tempo que perderam a ler isto, cá vai o meu método para compensar o tempo perdido: NYAN NYAN NYAN NYAN NYAN NYAN NYAN NYAN!

Até ao próximo post!

Análise do jogo Transformers: Dark of the Moon

… Sim, o jogo saíu mais cedo do que o filme (Algo que curiosamente não foi o caso do jogo dos outros 2 filmes anteriores) e embora tenha sido com alguma dúvida, acabei por comprar para poder dar umas boas jogadas e ver se prestava antes de ir ver o filme.

Com alguma dúvida simplesmente porque desde a altura em que as primeiras imagens e vídeos começaram a ser divulgados que as minhas expectativas se vieram a manter acima de baixos. Com algo que aparentava ter gráficos de PS1 e a acção mais aborrecente de sempre em um jogo de Transformers… É de espantar que a High Moon Studios tenha feito este jogo!

Por isso mesmo a minha dúvida se valia a pena comprar esta coisa. E após ponderar um pouco, e visto que na altura que comprei estava a 2 dias de distância da estreia (O que significa que até podia valer a pena comprar) decidi comprar. Afinal, se for uma porcaria, pelo menos ainda posso servir de aviso para os outros neste post.

Mas bem, será que valeu a pena a compra? Veremos a seguir…

Pra começar, a história deste jogo tem uma diferença da história de qualquer outro dos jogos dos filmes. Em vêz de ser inspirada directamente na história do filme, aqui é na verdade, uma prequela do filme. A história do jogo ocorre ao longo de 7 capítulos:

A primeira missão é com o Bumblebee algures na Rússia, começando em uma vila soviética abandonada e em seguida partindo por entre montanhas e pontes partidas até uma central elétrica no topo da montanha, onde o jogador acaba por convinientemente deparar-se com uma emboscada de Decepticons e ter que lutar o caminho todo de volta até á vila, onde encontra Optimus e Sideswipe e consecutivamente aparecem mais Decepticons para concluír a missão. Não só a inicial, como também a mais aborrecente do jogo, na minha opinião.

Na segunda missão, joga-se com Ironhide. Detroit é invadida por Decepticons e é a função do nosso Pickup negro favorito limpar as ruas de Detroit com montes de armamento pesado, claro, deixando pelo caminho, tal como o Prime diz, alguns “danos colaterais”. Embora não muito dinâmica, é uma missão divertida, afinal poucas coisas são tão fixes como matar robôs gigantes com armas capazes de fazerem inveja ao Rambo! No final deparamo-nos com Mixmaster (Que de alguma maneira sobreviveu a ser cortado ao meio pelo Jetfire no ROTF) e ocorre uma intensa “batalha de chefe”.

Na terceira missão o personagem jogável (E o primeiro novo personagem no jogo) é o Mirage, onde começa com uma curta e calma sequência de conduzir por alta velocidade á noite por uma auto-estrada abandonada em montanhas da América central, que é interrompida por um ataque de Starscream e em seguida de muitos outros Decepticons. Após ter que atravessar um breve tiroteio, Mirage é atacado por Starscream e como resultado fica com ambas as suas armas e a sua capacidade de transformar-se em offline, passando a ter que confiar apenas nas suas capacidades de melee e usar a sua abilidade de cloaking (Ficar invisível por alguns segundos) para ter que atravessar os diversos Decepticons pelo caminho até conseguir recuperar o seu armamento e poder voltar a transformar-se. Á medida que vamos prosseguindo pela missão, aprecebemo-nos que se passa na verdade em um templo maia que na verdade foi construído sobre uma base de lancamento de uma nave Decepticon e acaba com Starscream a activá-la com sucesso. Não é lá muito criativo, mas certamente é uma missão intressante.

Ao chegar á quarta missão o jogador passa automaticamente para o lado dos Decepticons e controla Soundwave, onde chega á terra e assume a forma de uma pickup (O que aparentemente muda mais tarde no filme). Soundwave começa a explorar a ilha, com instalações que supostamente pretencem a um “ex-Sector-7” e após andar um pouco e matar alguns Autobots que surgem pelo caminho, descobre-se que existe uma antiga base do Sector 7 debaixo de um vulcão da ilha, que supostamente ainda é ocupada e operada pela NEST e pelos Autobots para fazer expriências militares. Vem aqui a melhor parte da missão: Soundwave envia Lazerbeak para o interior da base (E sim, o Lazerbeak também é controlado pelo jogador) e age furtivamente para chegar aos bancos de informação da NEST e poder preparar a entrada para o Soundwave, que destroí o resto da base e claro, como em qualquer ilha com uma base em baixo de um vulcão, acaba por activar uma erupeção que subremege a base de lava e destrói tudo, apenas escapando Soundwave e o Lazerbeak. Na minha opinião, a melhor missão do jogo.

Na quinta missão jogamos com Strarscream, que invade uma base Autobot no Nepal para obter algumas armas de MechTech. Começamos por matar alguns Autobots no chão e depois presseguimos o Air Raid por entre alguns vales cheios de neve até chegarmos a uma pista de lançamento onde aparece Stratosphere que levanta voo com o resto de carregamento de armas MechTech. Enfrentam-se alguns Autobots no ar e em seguida ataca-se Stratosphere, entra-se no seu interior, destrói com a MechTech e explode-se com o Stratosphere, acabando assim a missão. Provavelmente a mais curta do jogo, mas divertida.

A sexta missão, e acho eu, a mais longa, é jogada com Megatron na Sibéria, onde a sua base “secreta”  é atacada pelos Autobots. Após enfrentar um monte de Autobots pelo caminho de saír da base, Megatron decide escanear um camião e sai pelos túneis da base a matar Autobots e humanos, até deparar-se com Optimus Prime, onde dá em uma enorme luta onde obviamente Megatron consegue a vantagem e ganha.

Na sétima e última missão, volta-se ao lado dos Autobots e joga-se com Optimus Prime, ainda magoado de andar á porrada com o Megatron. O Optimus vai parar a uma espécie de “frigorifico” na base onde encontra ninguém menos que Shockwave descongelado e descobre que o plano do Megatron (Sempre há um plano!) era na verdade manter o Shockwave ali para poder reactivá-lo e  vê-lo a dar porrada nos Autobots. Optimus obviamente tenta impedir a sua reanimação, mas como se ele fosse bem sucedido o jogo ia acabar sem uma batalha final, o Shockwave é reactivado e há outro enorme combate entre o Shockwave e o Prime, que acaba com o Shockwave derrotado e a fugir (Senão caso contrário ele não iria aparecer no DOTM).

Só há essas 7 missões e mesmo no geral até sendo longas, a campanha completa-se rapidamente e sem muito esforço. A história não é lá nada de muito espetacular, mas sendo uma prequela, funciona bem para preparar para os eventos do DOTM. No fim, está bem colocada e serve para ajustar as espectativas para o TF3. Para quem ainda não viu o filme, vale a pena dar uma jogada antes na campanha.

Os gráficos… Bem, variam.

Os robôs em si estão extremamente detalhados, provavelmente os Transformers melhor reproduzidos até agora do que em qualquer outro jogo. O movimento dos personagens e das peças é espetacular, e cada simples frame de animação está perfeito, até os dos inimigos. Nota-se que os personagens foram bastante bem feitos.

Já por outro lado quanto aos cenários… Direi que depende muito. A maioria é, no minimo, decente, mas em certas missões, como por exemplo na primeira do Bumblebee, dá para compreender que no geral têm as suas fraquezas quando comparados aos jogos de hoje em dia. Não TÃO fracos como aparentavam ser pelos vídeos e imagens divulgadas inicialmente, mas estão longe de encantar como outros. Não são terríveis, mas também não estão perto de serem “bons”.

Quanto á jogabilidade, no geral é a mesma que a do War for Cybertron com algumas modificações. quando em modo robô, funciona muito bem. Os controlos respondem perfeitamente e a sensação de estar a controlar um robô gigante está bem simulada e também o facto de passarem a haver munições infinitas ajuda a melhorar a acção do jogo. Lembram-se de como era estar a divertir-se no War for Cybertron a matar montes de Decepticons e de repente ficar sem balas na arma e ter que voltar um quilometro atrás só para apanhar a caixa de munições? Pois bem, agora tudo é mais simples!

Quanto ao modo veículo (E caso se perguntem, sim, ainda se pode transformar a qualquer momento que desejar), agora temos um “novo” modo, o Stealth Force. É basicamente a mesma coisa que disparar em modo veículo no War for Cybertron, só que agora com melhor armamento e melhor defesa contra os inimigos. Não chega a ser espetacular, mas é efectivo o surficiente para dar jeito em momentos cruciais na luta. O jogador sempre pode activar o clássico modo de condução (Ou pilotagem, se o jogador tiver a controlar um avião), mas o Stealth Force, mesmo não sendo algo necessariamente novo, ainda é uma boa opção para o combate.

Tal como eu relatei no começo, a campanha, embora curta, é bastante variada em termos de missões e com algum tempo livre faz-se na boa em um dia. O problema é que depois de acabar a história… Não sobra nada a não ser o multiplayer.

E quanto ao multiplayer? Segue o mesmo esquema que o War for Cybertron, ou seja, um Call of Duty com robôs gigantes. As classes, as killstreaks e até os menus são praticamente os mesmos que os do War for Cybertron, a única coisa que muda são os personagens e os mapas. Embora por um lado seja basicamente o WFC na Terra, por outro lado é bastante divertido  e continua a ser um bom multiplayer. Não é nada de extremamente viciante como em alguns jogos de hoje em dia, mas é bom o surficiente para fazer o jogador voltar mais algumas vezes. Ao menos poder personalizar as nossa próprias cores em personagens do filme nunca perde a graça.

Por falar em personagens, o multiplayer também dá acesso a alguns outros que não estão disponíveis na camnpanha, como o Ratchet, o Shockwave e o Warpath. E sim, há um Warpath neste jogo, o que prova que mais uma vêz a High Moon Studios foi boa e lembrou-se dos fãs!

E também há a rara vantagem dos troféus/achievements serem muito mais simples de obter. É sempre bom ter um jogo que não precise de levar dois meses e meio só pra chegar a 50% da Platina.

Antes de jogar, já me estava a arrepender de sequer comprar. Achei que fosse terrível, que fosse o pior jogo de Transformers desde o “Comvoy” No Nazo…  E para minha surpresa, enganei-me.

Só me disse que enganei, não disse que era nenhuma maravilha.

A campanha é curta mas divertida, e o multiplayer, embora não seja dos mais viciantes que já joguei, é divertido na mesma. Portanto mesmo com bastantes detalhes técnicos, dada todas as componentes juntas é um bom jogo e se o jogador for um fã certamente é uma boa aquisição – Porém, outros jogadores mais rigorosos podem não considerar assim tão intressante. Podia ter alguns detalhes melhor “reparados”, mas dado que os criadores do jogo tiveram apenas 1 ano (Senão até menos) para fazer este jogo o resultado é um jogo curto mas divertido e que certamente têm as suas qualidades. Vale a pena jogar antes de ver o filme… Bem, mesmo que agora já seja um pouco tarde para isso.

Nota: 7/10

E no próximo post que vier… Obviamente, análise do filme em si!

Figuras do DOTM chegam por Portugal!

… Não é novidade nenhuma, já é da semana passada, mas estive tão ocupado com estudar para os testes que só agora tive tempo para postar o que vim comprando desde Maio:

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Visto que já são 7 da manhã e AINDA (Sim, AINDA) preciso de ir dormir, é mais simples fazer directamente copy/paste dos meus comentários sobre as figuras no fórum da ATB (Com uma ou outra adaptação para ficar um Português mais Lusitano, claro):

Cyberverse Topspin: Não é nada de extremamente super hiper espetacular, mas
para um cyberverse… Bem, até está bacaninha. Podiam ter dado alguma
articulação no joelho, mas está bom para mim.

Cyberverse Sentinel:
Adorei! Pequeno e, pelas imagens que vi dos outros, acho que este deve ser um
dos melhores cyberverses! Muito bom!

Deluxe Roadbuster:

Certamente o meu favorito do DOTM até agora. O modo veículo é espetacular e o
modo-robô, mesmo com um pouco de falta de pintura, é super
fixe.

Voyager Prime: Bem… Estou um tanto decepcionado com ele.
Ao contrário da opinião de muitos, gosto do robô em si, mas o modo camião é uma
lástima, basicamente por ser extremamente, direi… Solto demais. Embora os
encaixes sejam bastante firmes, as peças ficam praticamente penduradas no
veículo e não propriamente estáveis. Na minha opinião vale a pena pelo robô, mas
o veículo… Meh.

HA Thunderhead w/ Major Tungsten: Tirando o facto de que as articulações
dele nos braços e nos pés são bastante limitadas, é, no geral,
ótimo.

HA Icepick w/ Sergeant Chaos: Bastante melhor do que eu
esperava, fica ótimo entre os Cons na colecção!

Voyager Ironhide: Muito fixe! Gosto bastante de ambos o veículo e o
robô…

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… E não sei porquê, mas a parte de trás da minigun dele lembra-me a arma do Portal. 😛

Revisão escrita- Henkei C-13 Deluxe Hound e Ravage

Ah, sabe bem poder mexer nesta figura!

Não, a sério! Desde que surgiram as pimerias imagens oficias do molde- Que se não me engano, foi lá pelo fim de 2008- Eu sempre quiz o Hound na minha colecção. E pendichei-o aos meus pais por tantos natais… E pedinchei… E pendichei… Até que finalmente no ano passado entendi que pedinchar não ia levar a nada, portanto em vêz de pedinchar tomei uma atitude mais brava: Meti-me num avião, fui (Sozinho, claro) para o Japão e comprei lá mesmo! Sim, fiz uma viagem ao Japão só pra ir ás lojas oficiais da Takara Tomy comprar uma única figura que tanto queria!

… Ok, eu sei que sou um mentiroso terrível, tudo o que eu fiz foi pedinchar mais aos meus pais até eles ficarem tão chateados que logo me deram a “porcaria do carrinho”. Mas bem, ao menos tanto “trabalho” valeu a pena, pois finalmente o tenho comigo! Yay! Consegui o carrinho do brinquedo que se transforma em jipe!

Erm, digo, claro, a figura colecionável multiversátil que adquire a forma de uma réplica de um jipe, quero dizer. Eu? Colecionar brinquedos? Nah, que ideia.

Anyways, está aqui o Henkei Hound. Já falei sobre Henkei na minha análise do Henkei Ramjet, mas caso não tenham lido e sejam preguiçosos demais pra carregar no link então os Henkeis são basicamente os lançamentos Japoneses da Takara Tomy dos Transformers lançados nas linhas Americanas da Hasbro de Classics e Universe. E claro, relançados com aquele toque especial Japonês, com peças cromadas, acabamento um tanto diferente e bastante superior ao Americano, um mangá incluido e uma caixa extremamente colorida. E claro, um preço obviamente duas ou três vezes mais alto que a versão Americana.

E no quésito das diferenças entre as versões Hasbro/Takara, o Hound é certamente um dos melhores nesse quésito. Enquanto a versão original era basicamente um jipe verde com alguns detalhes brancos aqui e ali e uma ou outro detalhe pintado de amarelo, a Takara Tomy decidiu dar o seu melhor no lançamento deles e o resultado é uma linda figura muito mais parecida com o personagem original do desenho animado do anos 80.

Imagem tirada do site www.Toywizard.com

Bem, como tanto a caixa como o mangá tão guardados no sótão (Relíquias devem ser guardadas com cuidado), infelizmente não pude tirar fotos, mas acredito que essas aí a cima demonstrem bem. Resumindo, a típica caixa japonesa super colorida cheia de “VERI AWUSOM FEGURE! CULECTE THEME ALL!”

E agora sim, as minhas próprias fotos!

Como podem ver. o modo jipe é ótimo- Notem nas diferenças do acabamento comparado ao da Hasbro: O verde é  notavelmente escuro, o que dá um estilo bastante mais militar do que a versão Americana. Têm umas riscas amarelas no capô e nas laterais da parte de trás, tal como no desenho animado.

Gosto bastante deste detalhe das estrelinhas brancas nos pára-lamas. Os gajos da Takara realmente levaram a sério o conceito de tentar fazer o modo veículo parecer militar, o que dá um resultado intressante pois ao mesmo tempo que tem um design bastante, diremos, “futurista”, ao mesmo tempo tem os “traços” de um daqueles jipes da guerra do Vietnam na qual o Hound original foi inspirado.

A insígnia Autobot (Ou bem, a insígnia “Cybertron”, como eles chamam por lá) está pintada no capô.

Os bancos e o volante. Não são particularmente super detalhados, mas bem… Dado que em algumas figuras nem se dão ao trabalho de fazer bancos, devo dizer que até é bom.

E claro, ele obviamente traz alguns acessórios incluídos. E esses acessórios são uma arma, como costume, e pasmem: O RAVAGE!

Bem, acredito que dado que está escrito no título do post “Hound E Ravage” e que nota-se perfeitamente no Ravage na imagem da caixa então é certo que não deve ser novidade nenhuma para os leitores, mas bem, de uma maneira ou outra, isto deixa-nos uma grande questão: O que está o Ravage, um Decepticon “de estimação” do Soundwave a fazer COM O HOUND?! Bom, até faria sentido se o Ravage fosse, por exemplo, prisioneiro do Hound como aconteceu em um dos primeiros episódeos da G1…

… Mas ele até se encaixa na parte de trás do Hound!

E até pode carregar a arma do Hound nos buraquinhos da cassete! Wow! Gostava de saber o que é que se passa aqui! O Ravage não recebeu carinho surficiente do Soundwave e fugiu para se aliar com o Hound? O Hound estava farto da rotina diária de salvar humanos e fugiu da Arca pra se aliar com o Ravage? O Ravage foi dado para adoção e levado pelos Autobots? Gostava de saber qual é o verdadeiro motivo, mas nem o maldito mangá diz alguma coisa!

Bem, falarei sobre o Ravage em si mais á frente, mas por enquanto fico pela teoria de que os Autobots estavam fartos dos animais deles (Dinossauros que se transformavam em robôs, cassetes que se transformavam em rinocerontes… Como alguém pode aturar?) e por isso o Hound, no seu típico passeio pela Pet Shop local, decidiu levar este querido gatinho negro como animal de estimação. Claro, como o esperto do Hound nem notou na insígnia Decepticon no topo da cassete (Diremos que ele tinha ficado meio cego depois de levar um tiro do Thundercracker) ele ficou com o Ravage sem saber que ele na verdade era um Decepticon, o que levou ao pobre Ravage a ter que se aliar ao Hound, não só porque ele não fala para poder contestar mas porque também sabia que qualquer coisa que o denunciasse como Decepticon ao pé deste robô gigante seria o surficiente pra ficar permanentemente offline com um simples “pizão”. Vida de Casseticon (Ou Recordicon, whatever) deve ser dura…

Bem, cá pra mim deve ser isso. Não é uma história muito boa, mas pelo menos é ligeiramente melhor do que 1/4 dos episódeos da G1, isso eu tenho a certêza.

Gosto de deixar a arma montada no jipe, fica fixe.

Comparado ao Socut Strongarm lançado (Ou mais repintado) na linha do filme de 2007. Esta comparação lembra-me que antes de receber o Hound era o Strongarm que ocupava o lugar dele na prateleira. Bem, missão concluída, agora ele pode voltar para ao pé dos movies! Ou bem, pensando bem, já que ele é um repaint, até se enquadra mais entre os Cybertron…

Observando o veículo no geral: Podia ter mais alguns detalhes aqui e ali, mas comparado á versão da Hasbro é um ótimo modo veículo. Agora vamos para a transformação:

Primeiro os bancos abaixam-se e as pernas desdobram-se a partir da parte de trás do carro, separando-se.

Em seguida levantam-se as rodas e retiram-se os braços que estão de baixo do carro. Abaixa-se o capô e é revelada a cabeça. Em seguida é só levantar a cabeça, desdobrar as mãos (Que estão dentro do braço), dobrar as rodas para as costas e está transformado. Sim, é tão simples quanto isso, acho que é um dos Deluxes mais simples de transformar!

O modo robô é ótimo. Não é tão detalhado como outros Henkeis, porém tem um exelente acabamento.

A cabeça está muito bem esculpida. Gosto do detalhe do queixo!

As suas articulações não são nada do outro mundo, mas enquadram-se bem com a figura. Tanto os ombros como a ligação entre as pernas e o corpo têm balljoints, enquanto os joelhos e os cotovelos são basicamente dobras. A cabeça também tem uma balljoint, que o permite olhar para cima e fazer um 360. Graças á transformação, os pés também têm dobras articuladas, que podem ajudar em algumas poses extras.

Obviamente, a sua arma encaixa-se na mão.

Claro, se quizerem uma arma maior, sempre se pode usar outra.

Momento Roberto De Niro: “Are you talking to me?”

Comparado ao Strongarm no modo robô. O Strongarm é obviamente mais baixo.

Comparado ao Deluxe Roadbuster do DOTM. Sim, eu já tenho alguns do novo filme, e relaxem que em breve também virão revisões deles!

Concluíndo: Bem, acho que já deu pra entender porque é que ele é um dos meus Henkeis favoritos: Um ótimo modo veículo, exelente modo robô e, no geral, certamente uma das melhores figuras de todos os “Classics”. Portanto este é uma recomendação certa, e se possível a versão Henkei, que do meu ponto de vista é bastante superior á versão Americana.

E quanto ao Ravage…

Excusado será dizer que, como o Ravage é no fundo apenas um “brinde”, obviamente não tem o mesmo detalhe de que o Hound, certo?

E devo dizer, para um brinde até está muito bem feito!

A transformação dele é muito simples: Basicamente as patas desdobram-se, o corpo dobra-se ao meio, desdobra-se a cabeça e a cauda e está pronto.

O modo-robô dele (Ou modo-gato, whatever) é uma ótima reprodução da versão original da G1. Não é particularmente detalhado, mas fica bem entre os Decepticons na colecção.

Ele quase não tem articulações nenhumas. Graças á transformação qualquer dos joelhos pode dobrar-se, mas isso não dá pra fazer grande coisa, e de resto não há mais qualquer movimento possivel.

Como eu não tenho nenhum outro “mini-animal” que sirva de boa comparação com ele, decidi pô-lo lado a lado ao HA Sam para verem mais ou menos o tamanho…

… Ãhn? Ravage?! O que é que estás a fazer?!

NÃO, RAVAGE, NÃÃÃÃO! LARGA O HUMANO!

… Ok, tivémos aqui alguns problemas técnicos, mas já está tudo resolvido!

O Ravage lado a lado com o Hound

Good boy!

Juntos e prontos para enfrentar novas aventuras! Yaaaay! :3

Bom, termina aqui a minha análise. Espero que tenham gostado e desculpem se demorei um pouco demais pra postar. Mas bom, de uma maneira ou outra: ‘Til all are one!

Update do estado actual do blog (16/5/2011)

  

Is there anybody out there?

Não, a sério! Se tiver por aí sequer uma única pessoa a ler isso então acho que já deve ser demais, dado que não actualizo o blog há literalmente MESES! Pergunto-me se alguém sequer ainda mais acompanha o meu blog. Pelo que eu vi agora nos status do WordPress, tenho tido mais ou menos em volta de 50 a 70 visitas diárias desde que deixei de postar por aqui (O que até é demais, dado que o blog está inactivo desde o começo do ano) mas mesmo assim é certo que teria muitas mais se postasse de uma maneira mais “activa”.

Ora, mas porquê a minha ausência? Em vêz dos Transformers tornei-me fã dos GoBots e parti para outro fandom totalmente diferente? Fiquei quase 5 meses em coma após ser atacado por um urso? Estive todo este tempo a pilotar um helicóptero e a preseguir o Bin Laden no Paquistão até finalmente obter sucesso? Por mais que fosse fixe ser a última opção, vou logo dizer a verdade: Tive muito ocupado a estudar para os testes intermédios quase diários que tenho tido, a jogar Call of Duty e a tentar namorar com uma rapariga da minha escola e por isso não tive quase tempo nenhum para poder agir e postar no meu blog. Não que, tirando as notícias do novo filme, haja muito mais para postar, visto que desde o começo do ano eu não tenho recebido nenhum Transformer novo. Péssimas notícias para os meus pais, pois agora além de terem que gastar dinheiro no monte de Transformers espetaculares do DOTM que em breve saírão nas lojas por aqui, ainda vão me ter de comprar as figuras atrasadas de Reveal the Shield que saíram recentemente. Bem, tou a ver que vou ter de deixar de pendichar os TFs ao meu pai e começar a gerir o meu próprio negócio de drogas e prostituição barraquinhas de limonada para ganhar algum “guito”!

Portanto eu digo já que pretendo voltar á minha rotina normal de posts (Quero recuperar do ano passado, que quase não fiz posts nenhuns comparado a 2008 e 2009) o mais cedo possível e pretendo começar de volta noa próximo fim-de-semana. Na verdade eu queria já ter começado esta semana, simplesmente o post que eu tinha pronto- Uma review fotográfica de um Transformer que vocês descobrirão quem é quando eu postar- Foi cancelado pela simples falta da minha câmara fotográfica. E como obviamente não se pode fazer uma review fotográfica sem imagens, e tal como é muito mais divertido tirar as próprias fotografias do que as ir roubar a outro site qualquer, ainda não postei a review pela fata das imagens. Bom, até ao final desta semana certamente já devo ter a câmara comigo (Não que esteja perdida… Bem, deve estar algures com o meu pai…) e logo posto as fotos, mas até lá pretendo fazer um novo banner com as coisas do Dark of The Moon. Não sei… Gosto do banner que eu fiz este ano, mas acho que as cores não combinam assim tão bem como deviam…

Mas bem, fica aqui a minha promessa de volta ao Universo-de-fãs-chatos-dos-Transformers! Em breve voltarei, e pronto com montes de coisas novas para postar e partilhar com o mundo. Até lá: ‘Till all are one! Ou Light our darkest hour! Ou sei lá… Outra frase qualquer épica dos Transformers, vocês que escolham!

Feliz 2011!

Feliz Ano Novo! Um Feliz Ano Novo um pouco atrasado mas, espero eu, ainda em tempo…

Hora de convivermos com este novo ano! Desejo paz, felicidade e dinheiro para todos os seres dignos na Terra, tal como desastre e desespero para o Justin Bieber! Façam o que quizerem, mas sejam felizes! Já sabem, ano novo… Mesma porcaria de política, mesmos partidos, mesmos idiotas, etc… Mas novo ano, e isso é o que importa! Se eu quizesse ir reclamar da política eu ia para um lar de idosos!

E já agora, como o dia dos reis magos já passou, cá vão dois pequenos presentes que eu comprei para mim mesmo:

Universe Legends Red Alert e Animated Legends Bumblebee. Digo, obviamente da loja dos 300, mas antes dois Transformers das lojas dos 300 do que nenhum- E o melhor: Cada um só custou 1 euro!

O Red Alert, embora não seja mau (Aliás, é exelente para customizar… Todo branquinho! As possibilidades são simples e infinitas!) têm um grave problema… As balljoints entre as pernas e o corpo são fraquíssimas. Tanto que quando o transformei de volta para robô pela primeira vêz, como aquelas pernas exigem uma certa, diremos, “forçinha extra” para se esticarem, a balljoint saíu. Ora bolas! Bom, ao menos ainda dá para transformar (Se as duas pernas permanecerem juntas, tal como na imagem acima) mas infelizmente deixa de ser possível alguma pose com as pernas no robô.

Por outro lado o Bumblebee é ótimo. O plástico é bastante resistente quando comparado ao do Red Alert e também é muito mais pousável. Mesmo assim ainda tenho algum receio com ele de partir alguma pecinha, mas mesmo assim é uma boa figura. Concluíndo, obviamente que não são melhores que as versões originais, mas certamente são boas compras por 2 euros. Pelo menos para customizar são uns dos melhores que encontrei. Basta ter cuidado para não partir as balljoints, algo que provavelmente resolve-se com cola líquida, mas pelo sim e pelo não obviamente vale mais ter cuidado.

Bom, então é isso, tenham um exelente 2011. Espero que gostem do novo banner, continuem a passar por um dos blogs mais atualizados sobre Transformers em Portugal (Não que haja muitos em Portugal… Aliás, duvido que hajam mais do que 4 ou 5… Mas é sempre bom poder gabar-se que se está entre os primeiros! Pelo menos regionalmente sim…) e divirtam-se!

E para terminar, um detalhe intressante nesse Bumblebee Legends que eu comprei…

… Olhos vermelhos! Claro que não é a figura original, é um Decepticon disfarçado!

E sim, perdoem-me pelas fotos que estão com péssima qualidade. Enfim, o meu pai foi de viagem, levou a cãmara fotográfica, só sobrou a minha webcam e já estão a ver a cena!

Aquizições de Natal e aniversário!

Post um pouco atrazado… Mas cá está! Os meus presentes de Natal e aniversário! (Sim, eu faço anos dia 25 de Dezembro… Coicidência com Jesus…)

E sem mais delongas, ei-los abaixo:

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Listando-os:

-Alternity Vibrant Red Optimus e Blue Megatron- Quem acompenmha o meu blog há algum tempo sabe que eu sempre quiz ter esses Alternitys desde que foram divulgados.  Exelentes figuras, especialmente o Optimus. Só achei o Megatron meio “vazio” dos joelhos para baixo, mas de resto são ótimos!
-Generations Deluxe Red Alert, Dirge, Blurr e WFC Soundwave- Todos ótimos. Agora com o Dirge finalmente completei a minha colecção de Classic Conheads e devo dizer que a pusta sniper do Blurr foi o mais surpreendente. Digo, eu certamente não queria ser um Decepticon em uma batalha onde ele estivesse acampando lá no fundo…
-Henkei Hound & Ravage de brinde- Outro que eu já desejava há um bom tempo. O sabor de finalmente conseguir um transformer que sempre quizemos sabe bem!
Hunter for the Decepticons Leader Starscream- Em uma palavra: Expantoso! O melhor Movie Starscream feito até hoje!
-Reissue da BBTS do Piranacon- Admito que ainda nem mexi direito nele (Desde que abri que ainda nem sequer o “descombinei”), afinal pareçe ser uma figura tão complexa e intressante que prefiro fazer isso com mais calma e atenção…
-Encore Metroplex- Simplesmente lindo! Após tanto sonhar com este toy, não há nada mais belo do que vê-lo no meio dos G1s… Finalmente!

Bom, foi isso, além de uma AK47 de Airsoft (Oficial do Kalashnikov, com semi e full auto!) e uma Fender vermelhinha. Ótimo Natal!

E bom, até isso, então veremo-nos nos próximo post… Provavelmente quando acabar o ano ou talvêz algum durante o mesmo! Abraços, e claro: Feliz Natal para todos! 🙂

Transformers: Dark of the Moon… O trailer!

Meus amigos leitores! Já passou um bom tempo desde o último post, hein…

A verdade é que literalmente desde o fim das férias de verão que eu não posto nada no blog. Porquê? Bom, muitas coisas aconteceram desde então, começando com o detalhe de que faltei á primeira semana de escola simplesmente porque o meu pai ficou até lá a trabalhar em Los Angeles e eu, como o bom filho que sou (E também como o bom filho que é menor de idade e não pode viajar de volta sozinho) fiquei lá a fazer-lhe companhia. E então eu prometi que após voltar a Portugal eu finalmente ia-me establecer por aqui e concluír a história do que aconteceu por Los Angeles, certo? Era o que eu queria fazer, mas para o péssimo dos azares, ao ir ao café assim que cheguei tropeçei no passeio e torci o pé! Conclusão, tive que ficar mais uma semana em casa e sem ir á escola. E não, não pude aproveitar esse tempo livre para escrever o post, visto que o meu PC antigo simplesmente foi-se de vêz (Pudera, era uma porcaria…) e tive que ficar com o micro portátil do meu pai, que eu utilizei para escrever o post anterior… Mas como não tinha para lá TODAS as imagens de Los Angeles e nem eu tinha a câmara para passá-las então aproveitei o PC para escrever o post anterior… E assim foi.

Então eu supostamente devia ter ficado com as duas semanas seguintes livres para postar, certo? Pois devia… Isto é, se eu não tivesse calhado com esses dias cheios de testes (Bom, após faltar 2 semanas ás aulas não é de se espantar…) e nem tive tempo para o blog. E para melhorar a situação, na semana seguinte tive que viajar com os meus pais a Nova Iorque- Claro que comprei Transformers e fiz muitas outras coisas por lá, mas isso eu falo em outra ocasião- E faltei mais uma semana. E ainda na próxima semana- Também cheia de testes- Eu fiquei em Portugal e tudo correu bem até lá, mas infelizmente na semana seguinte eu deparo-me com a péssima notícia que a minha avó tinha falecido.

Sim, fui logo direito ao funeral a Mirandela, onde lá eu aproveitei para passar algum tempo com o meu avô, com a minha prima e com os meus tios… Ou seja: Mais uma semana que eu faltei. Finalmente voltei de Mirandela e após deparar-me com um monte de testes até aqui, finalmente pude escrever este post no final do primeiro período escolar- E nenhum post melhor a escrever a não ser do que está a “bombar” agora: O primeiro trailer do terceiro filme dos Transformers do Bay: Dark of the Moon!

Sim, é esse o nome do filme… E era espetacular se realmente tivesse músicas do Dark SIDE of the Moon, mas enfim, para mim a referência já ficou fixe…

Bom, ia ser fixe, imaginem o Bumblebee a morrer em combate com Great Gig In The Sky de fundo…

Não que eu gostasse de ver o Bumblebee a morrer e não que a Great Gig In The Sky seja a minha música favorita dos Pink Floyd, mas dava um bom momento no filme…

E já agora, um AVISO: A partir daqui, o post contém obviamente [SPOILERS] (A sério, o que esperavamde um post chamado “Transformers: Dark of the Moon… O trailer!”? Que, tal como o meu pai diz, fosse sobre a vida sexual das freiras?), portanto, se tiverem medinho de vêr o trailer… A sério… Não leiam. Ou pelo menos não digam que não avisei. E eu sei que há pessoas que me virão considerar um idiota por eu assinalar um spoiler em uma coisa tão óbvia, mas como eu já tive problemas com spoilers por postar imagens do trailer no fórum da ATB, então… Bah, enfim.

Mas então voltando ao que importa: Em pouquíssimo tempo temos aqui o trailer (Bem, muito mais cedo do que no ano passado, que só surgiu em Fevereiro de 2009) do Dark of the Moon. E claro que obviamente com esse título o trailer sugere que o filme fala sobre nada mais e nada menos do que se poderá passar no lado negro da lua! Digo já, é uma ideia tão doida e ao mesmo tempo tão esperta, usar um filme sobre robôs gigantes para falar sobre uma das maiores conspirações da humanidade sobre o que Neil  Armstrong e os seus amigos realmente viram em 1969 na Lua além de rochas… É de lonje uma das ideias mais geniais da saga. Parabéns Michael Bay, se o filme realmente se desenvolver á volta disso, têm altas possibilidades de alcançar o sucesso dos anteriores!

Mas bom, enfim… Eis o trailer:

Não que esse seja o upload do trailer mais popular do Youtube, o upload oficial já foi visto mais de 700 mil vezes… Mas esse aí foi um dos primeiros uploads e eu deixei um “Second!!!” no comentário, portanto fica esse mesmo no post.

Mas bom, o que eu acho do trailer? Tal como eu disse na ATB, épico! Digo, não que mostre muito, mas já deu para ver que este filme promete. Se não tiver mais um robô com escroto (Sim Michael Bay, já deu para entender que ele têm uns pustas testículos de metal para fazer o trabalho, não é necessário demonstrá-los visualmente!) ou cachorros nos seus atos naturais que não precisam de necessariamente ser expostos (Não, eu não sou mais um dos fãs chatos que considera que o Bay devastou completamente a saga- Muito pelo contrário, eu adoro os filmes- Mas por favor… Já deu para entender que eles estão no Ciu, não preciso de ver o ato para entender!) e se a história conseguir manter bem o foco, será mais outra ótima produção para a história da franquia. Digam o que quizerem, algo inegável é que, mesmo nem todos gostando do filme, os Transformers já deixaram uma boa marca sólida no cinema… Agora se este filme chegar a ser ainda mais impressionante do que os  anteriores, isso seria ótimo, pois passaria de uma simples marca no cinema a uma verdadeiro clássico que será relembrado durante décadas no cinema. Claro, isso tudo está nas mãos do senhor Bay e da sua equipa, e verdade seja dita: Não são más mãos.

Agora, partindo para a análise do trailer em si, decidi formular algumas ideias. Primeiro, uma das coisas que me chamou logo a atenção no trailer foi a cabeça do robô aos 1:30. Eu diria que lembra alguém… Mais precisamente o Landmine da linha de brinquedos (E das BDs) do filme de 2007:

Vendo assim pode parecer apenas uma cabeça genérica, mas na minha opinião existem alguns detalhes que apontam para a minha comparação estar correcta, como o “ventilador” na testa, a aparência enrugada nas bochechas, os sobrolhos… Será um Landmine com uma faceplate?

E quanto á maior especulação: Quem será aquele robô no final? Uma coisa eu posso garantir, ele certamente é um Autobot. Digo, se fosse um Decepticon a “acordar” nesse momento (E como eu sei que o Michael Bay não gostaria muito de alterar a timeline do “mundo real”) eu garanto que os astronautas não teriam sobrevivido. E isso sem contar que ele têm olhos azuis, e pelo menos até agora não me lembro de nenhum Decepticon com olhos azuis nos filmes.

Mas mesmo assim ainda premaneçe a dúvida: Se ele é um Autobot, quem é ele? Após algumas breves pesquisas, acredito que seja um dos seguintes personagens. Primeiro, o que eu acho mais provável…

… O Last Autobot- Não só pela semelhança entre a aparência dos 2, mas também pela história de cada um. E como eu acredito que alguns por aqui não devem estar familiarizados com o Last Autobot (Sinceramente, nem eu estava antes de dar umas procuradinhas pela TF Wiki) então a sua história pode-se descrever como o “escolhido” de Primus. Aliás, a sua história é tão confusa que devo dizer que me custa um pouco a explicá-la, logo resumindo: O gajo sacrificou-se por ser o escolhido, ficou “offline” por um tempão e depois voltou a acordar na G2 para passar a Matrix para o próximo Prime.

Agora porquê ele ser o robô do final do trailer? Se olharmos com alguma atenção, podemos notar que claramente existem mais semelhanças entre eles do que simplesmente na aparência. Bem, em primeiro lugar porque a história do Last Autobot consiste principalmente em “despertar”, e aparentemente é isso que vemos o robô do trailer a fazer. Notem também que a história do Last Autobot consiste claramente em um Autobot mais sábio e provavelmente um dos mais velhos, e isso complementa-se com o facto do robô do trailer têr barba. E isso sem contar que o Last Autobot transforma-se nesta nave espacial. E há algum tempo umas imagens de uma nave (Ou algo similarmente grande com turbinas atrás, ou era uma nave ou um míssil… Se calhar um foguetão…) nas filmagens de Detroit apareceram na net. Poderá essa nave ser uma versão cybertroniana dele? Defacto, ambas as naves não têm muitas semelhanças entre si… Mas acho que poderá ser um facto que reforce um pouco o argumento do Last Autobot.

E quem poderá ser o outro “suspeito”? Claro, o mais popular Autobot bigodudo e o “Kota do Prime”: Alpha Trion!

Ora, como ao contrário do Last Autobot o Alpha Trion é um personagem bastante popular na saga e acredito que muitos já o devam conhecer, mas caso alguém não o conheça acredito que não custa explicar quem ele é, e acho que pode resumir-se facilmente: O pai do Optimus Prime!

Sim, foi isso que eu quiz dizer com Kota do Prime, se vcs pássasem máis umas becas cos brodás da Rebolera City e da Amadora City iam conpreender a cena, tássaver?

Mas bem, embora eu acredite mais no Last Autobot, o Alpha Trion também dava um bom personagem. Não só, ele também é bigodudo como o robô do trailer e já que existem algumas probalidades de termos o começo da história dos Primes explicada neste filme (Não duvido que eles acabem o que começaram no 2º filme) então existem boas chances de ser ele.

Bom, então quem será ele? Comentários? Opiniões? Querem continuar a debater? Já sabem, têm logo aqui em baixo o espacinho dos comentários para debater, ou podem-se simplesmente juntar á discucção sobre o novo filme no fórum da Aliança Transformers Brasil. Então e até ao próximo post- Provavelmente no dia de Natal para falar sobre as prendas que recebi ou um pouco antes para acabar de falar sobre a minha épica viagem a LA… E se calhar falar também sobre a minha viagem a Nova Iorque, já que eu também comprei alguns Transformers por lá.

Transformers: The Game

AKA “Grand Theft Autobot: Tranquility City”, como dou a entender pela montagem ao lado que eu me diverti a fazer.

Agora, se vocês acompanharam o blog ultimamente devem estar mais ou menos “Mas que… Henrique, seu desgraçado, tu prometeste no post anterior continuar a falar da tua viajem a LA! Nhá nhá nhá, vou falar mal nos comentários, não volto a visitar mais o blog e vou xingar muito no Twitter!” mas pelamordedeus, eu bem gostava estar neste momento a falar sobre a minha viajem a LA, a contar todos os mínimos detalhes e a revisionar as minhas aquizições por lá como se fossem a 8ª maravilha do século… Se o meu computador onde eu tinha todas as imagens e vídeos e onde eu passava as fotos não tivesse de vêz dado o litro, e devido a fazer download da demo deste mesmo jogo no Baixaki (Só naquele sentido de poder ter uma versão para PC também, entendem…) o próprio Baixaki enganou-me e o Download era na verdade um monte de trojans, spywares e vírus maliciosos que me lixaram o meu perfil de utilizador e em pouco tempo o resto do computador.

O pior é que isso já tinha acontecido há não muito tempo, tempo esse em que desde lá eu tenho aguentado com o PC… Só foi ao voltar de LA e ao ligar o PC que os malditos vírus simplesmente apagaram rigorosamente tudo do PC (Não que eu tivesse lá muita coisa importante, mas enfim…) e fiquei sem lugar para poder passar as fotos ou escrever o post com mais calma. Bem que posso agradeçer aos vírus, afinal aquele PC era uma m… -Mas bem, conclusão, quinta-feira vou comprar um PC novo e enquanto isso fico com o portátil do meu pai, que mesmo que possa não ser apropriado para escrever um mega-texto ou passar para lá as fotos todas possíveis ao menos ainda serve para escrever este pequeno post.

Mas porquê falar deste jogo nesta época? Bom, eu tenho passado estes dias a jogar o melhor jogo de Transformers de sempre- Tal como eu escrevi há uns posts atrás, o tão-falado War for Cybertron- Mas mesmo assim em um certo momento senti algo que eu definitivamente não devia sentir só com 13 anos: Nostalgia. Por um breve momento deram-me algumas saudades de jogar o jogo do primeiro filme dos Transformers, mas como o Download da suposta “demo” deu m… Eu decidi ir buscar o disco do jogo para a Playstation 3 e meter-me a jogar!

Isto é, se não tivesse acontecido a Lei de Murphy… O típico quando se têm um jogo que se quer jogar há um bom tempo por pura nostalgia… Não encontrei o jogo! Agora, claro que não perdi, bem sei que como normal o jogo vai voltar a apareçer daqui a uma semana após eu ter escrito este post, quando eu já não tiver nenhuma vontade de jogar… E além de mais nem tive problemas com isso, visto que eu também tinha a versão da Playstation 2. Bom, os gráficos podiam não ser tão bons como na PS3, mas ao menos o que importa é que ainda se joga, e isso é melhor que nada!

… Ou supostamente deveria jogar, até que ao inserir o maldito disco do jogo eu descobri que o resultado de ter jogado este jogo tantas e tantas vezes era o disco praticamente todo riscado, ou seja: O jogo simplesmente não conseguia chegar sequer ao menu! Aliás, nem conseguia chegar sequer ao clipe de introdução ou aos logotipos no começo!

Aborrecido, decidi começar a escrever este post como remorso… E a lamentar-me das boas memórias que este jogo deu-me durante tanto tempo que eu não vou voltar a jogar e…

Hã?

O que é isto?

AHHHH, O DISCO ESTÁ A FUNCIONAR!!! Finalmente vou PODER JOGAR E RELEMBRAR DE NOVO O JOGO e voltar á minha “infância” de há 4 aninhos atrás e dizer ao mundo o tão bom que é esta obra prima!

Porque sim, vou contar agora um pequeno facto sobre mim que ninguém quer saber ou sequer se importa mas que por pura vontade vou contar na mesma: Hoje em dia posso deixar a modestia á parte e e dizer que conheço parcialmente bem o universo dos nossos robôs Cybertronianos. Já vi bastantes episódeos das sérias anteriores, já li e reli bastantes coisas sobre a saga, tenho uma colecção, no mínimo, bastante variada dos robôs, cheguei inclusive a ler bastantes BDs da série e ainda revi tanto o filme original de 86 como os filmes do Bay, muito provavelmente, umas 50 a 100 vezes cada um. Mas mesmo assim há 4 anos, após ver o filme dos Transformers de 2007, época em que eu me tornei um “verdadeiro” fã eu não estava nem perto de ter um conhecimento assim tão vasto da série. Conhecia bem o surficiente os personagens do filme (Bom, embora ás vezes eu ainda trocasse o nome de alguns de vêz em quando), tinha apenas os legends Megatron e Ratchet e os deluxes Brawl e Bumblebee na colecção- Além daquele tanque pirateado que faz barulhinhos irritantes-, começei a escrever o meu próprio blog sobre Transformers na altura (Pasmem… É o blog que estão a ler agora!) e já tinha visto 1 ou 2 episódeos da G1 no Youtube… Mas tirando isso não tinha mais nenhuma fonte de conhecimento dos Transformers. Mais nenhuma tirando este jogo, que só me traz boas memórias de 2007 de mim a jogar! A questão é… Serão essas memórias apenas pura nostalgia da época ou há algo mais de impressionante neste jogo? Agora sim, após uns bons parágrafos falarei REALMENTE do jogo em si!

O jogo, como obivamente segue a história do filme de 2007, é no geral praticamente a mesma, com uma diferença ou outra pelo meio, mas nada de drástico. A única grande diferença é obviamente no final de cada campanha, que tanto pode ser os Autobots a comemorarem como o Optimus a ser cortado ao meio pelo Megatron e em seguida os Decepticons como “reis do mundo” fazendo pose de maus. E sim, é possível escolher campanhas, o que é um dos grandes destaques do jogo… Mas agora, um detalhe importante, como é que ocorre a acçãodo jogo?

Então, é isso mesmo que justifica a montagem que eu fiz lá no começo do post: É ao estilo de Sanbox, tal como no GTA! Ou seja, o jogador têm um vasto mapa ao seu dispôr, vai andando (Ou conduzindo/pilotando também serve) de ponto em ponto para fazer missões e sub-missões e se quizer pode simplesmente ignorar isso e saír por aí a causar pânico e a fazer destruição.

Tá, ok, não é assim TÃO á GTA onde tudo se passa em um mapa ENORME, na verdade aqui existem diversos mapas, que embora possam não ser tão grandes como San Andreas, Liberty City ou Vice City (Na verdade os mapas do jogo consistem apenas de Tranquility- A cidade onde vive o Sam-, uma Downtown semelhante a Nova Iorque misturada com LA, o interior do Sector 7 e algumas bases militares), ainda são grandes o surficiente para originarem uma boa expriência Sandbox.

Os gráficos… Bem, na altura eu fiquei simplesmente de queixo. Já joguei MUITOS  jogos de PS2, e mesmo assim devo dizer que os gráficos deste aqui batem bastantes dos que eu já joguei. Claro, não são nenhuma revolução na indústria, mas para uma PS2 na maioria dos momentos não é nada mau! E ainda mais para PS3!

Os ambientes do jogo também estão bem construídos. Os bairros e prédios das cidades estão bem organizados, tanto que podemos ver os humanos nas suas vidinhas a passearem pela cidade e a conduzirem pelas ruas, as frotas de veículos militares a andarem de base em base pelo Qatar, os aviões a voarem por cima do aeroporto das bases militares, etc. Mas o mais importante nos cenários é de lonje a destructibilidade- Vou admitir que NUNCA vi um jogo na vida que desse tantas possibilidades para devastar o seu próprio cenário. Cada milímetro cúbico dos prédios ou dos objectos espalhados pelo cenário podem ser devastados completamente. O jogador pode transformar um calmo bairro em um cenário que mais pareçe saído da Guerra dos Mundos! Não dá para descrever, as opções de maneiras para arrazar totalmente os cenários são tantas que realmente só mesmo jogando é que se entende!

Ou seja: Graficamente não se podia exigir mais. Mas não nos esqueceremos da regra… Não são bons gráficos que fazem um bom jogo. Então veremos o que mais este jogo têm além de gráficos…

A jogabilidade… Bem… É bastante dividida, se assim poderemos dizer.

Quando se trata da jogabilidade como robô, é simplesmente ótima. Os controlos para a mira e para disparar estão bem aplicados, o sistema de auto-lock nunca chega a provocar confusão e diga-se de passagem, os melees são literalmente estoirantes. É “super fun” ir espancando os drones genéricos enquanto a câmara entra em slow motion e vê-se o nosso personagem a brutalizar as criaturas enquanto explodem em pedaços que realmente voam e espalham-se pelo cenário!

E claro, o jogador sempre se pode transformar a qualquer momento, o que sempre é um ponto positivo, algo que depois (Ou neste caso antes) do que alguns dos jogos da saga nos fizeram sempre é bom relembrar.

Por outro lado, infelizmente os controlos dos veículos terrestres são horríveis, simplesmente pela péssima desvantagem que são extremamente duros. O jogador em menhum momento se sente a controlar um carro ou um camião, o sentimento é sempre mais de que está a conduzir um bloco gigante com rodas que desliza facilmente e vira dificilmente, estando sempre a ir contra os objectos no caminho. Claro, isso é perdoado nos veículos aéreos que são facilmente pilotáveis (E ainda assim divertidos, especialmente quando se usa o turbo… Wow…) mas como na maioria das vezes o jogador vai usar veículos terrestres é um facto extremamente irritante. Claro que não chega a ser nada assim de tão prejudicial quando o jogador apanha a técnica, mas mesmo assim ainda consegue ser bastante irritante.

Por falar nisso, no jogo os personagens jogáveis são… Bem, basicamente para os Autobots o Optimus, o Bumblebee, o Ironhide, o Jazz e para os Decepticons o Megatron, o Starscream, o Blackout, o Barricade e o Scorponok. Uma boa selecção de personagens, embora definitivamente não custasse nada pôr o Ratchet nos Autobots só para equilibrar um pouco as coisas.

 Agora cá vai o promenor que pode ser o que realmente é o mais prejudicial para o jogo: As missões no começo do jogo chegam a ser bastante divertidas, mas após algum tempo de jogar ficam simplesmente massadoras. Normalmente consistem em ir para aquela rua qualquer antes do tempo acabar, enfrentar um monte de drones, ir depois para a praça tal antes que o tempo acabe, enfrentar mais um monte de drones, ir de novo o mais rápido possível para outra zona qualquer, enfrentar um drone mais poderoso do que os outros… E acaba a missão.

Ou bom, na maioria das vezes é isso, outras vezes é simplesmente enfrentar um monte de inimigos em uma certa área, defender um aliado ou enfrentar um chefe, mas no geral não varia lá muito. Ou seja, bem… Não que haja muitas missões, apenas existem 18 por cada campanha (Se contarmos com a batalha final e com as missões bónus em Cybertron) e que passam num instante, mas mesmo assim não deixa de ser repetitivo, o que realmente é um tanto desapontante.

Finalmente, falando da trilha sonora de background: Nada de impressionante, mas bom, ainda fica ao menos na cabeça por um bom tempo. Eu ainda me recordo da música de fundo das primeiras missões dos Autobots…

Boas memórias…

Não vou negar, muitos dos defeitos deste jogo, pelo menos para mim, foram simplesmente ocultados pelas boas memórias que me trouxe e que eu “desabafei” lá para o começo do post. Agora quase meia década depois de ser lançado é que entendi que tem defacto alguns bons errinhos grosseiros. Mas apezar disso em 2007 eu ainda me “divertia pacas” com este jogo, e hoje, mesmo tendo os seus óbvios erros, bem…

… Admito que aindo me “divirto pacas”. Digo, é um jogo de Sandbox com robôs gigantes onde uma pessoa pode transformar uma mera cidade em um holocausto nuclear, o que importam as missões?

Nota final: 7/10

Ou seja, se algum leitor é um fã do filme de 2007 e ainda não têm este jogo, então definitvamente recomendo-o. Por outro lado, outro tipo de fãns poderão não gostar tanto, logo aconselho dar apenas uma olhada só por curiosidade.