Crítica: Transformers 3: Dark of the Moon

“Oh nha nha nha, mas Henrique, tu tás a fazer uma review dos Transformers 3 e como és fã e pagas por qualquer m… que o Bay faça sei que vais falar bem dessa obra desastrosa, ai ai ai, não tens cultura cinematográfica nenhuma, vou é ao New York Times ler uma análise inteligente e com cabeça, ui!”

Cinco palavras pra quem começe a pensar isso antes sequer de ler a minha opinião: Are you talking to me? E quem não sabe quem disse essa frase então certamente não é digno sequer de criticar a cultura cinematográfica de uma fã do Crepúsculo.

Agora sim. Transformers 3! Ah, será que valeu a pena? Ou será um desastre? Será que o Michael Bay e o resto da equipa conseguiu unir elementos surficientes pra fazer o filme de Transformers perfeito? Ou será algo vergonhoso ao nível do Legend of Chun-Li e do Attack of the killer tomatoes? Será que é desta que o Optimus Prime finalmente acaba com o Megatron de uma vêz por todas? Se uma árvore caír na floresta sem fazer som será que faz barulho na mesma? A resposta a todas essas questões… Ou bom, quase todas menos a última, encontra-se logo a seguir!

Ah, e claro antes de avançar… Bem, acredito que a maioria das pessoas que estejam a ler isto já tenham visto o filme, mas caso não tenham percebido de alguma forma, obviamente vão haver SPOILERS no texto abaixo. Portanto se querem evitar os spoilers podem saltar logo para o fim para ler a opinião, caso contrário divirtam-se a ler o resto.

Ok, prontos?

Bem, normalmente eu ia descrevendo o filme passo-a-passo, mas como já se faz um pouco tarde aqui e estou cheio de sono, vou fazer de maneira mais simples, e, no geral, mais informativa: Uma lista de “Pros” e “Cons”, ou seja, basicamente o que gostei e o que não gostei.

Pros do filme:

– Em primeiro lugar, arrisco dizer sem medo de errar que entre qualquer filme lançado, diremos, pelos últimos 10 anos, os Transformers 3 estão certamente no topo em questões de melhor qualidade de efeitos visuais. O filme, como se esperar de um filme de Transformers, é obviamente visualmente espantoso. E quando falo visualmente espantoso, acho que posso afirmar que é excepcionalmente impressionante. Tudo desde as explosões e aos prédios a desmornarem até ás sequências de combate são feitos de maneira imprescendível. Portanto, se são do tipo “Meh, só gostei dos outros 2 filmes por terem CGI fixe” então tenho a certêza que irão adorar este. E a maneira de como os robôs gigantes intregam com o cenário… De como misturam a imagem real com cada minimo detalhe para ficar simplesmente perfeito… É de loucos. Para mim, em questões de efeitos visuais, é digno de, pelo menos, metade dos óscares da academia. Claro que algum outro grande filme de gatinhos azuis inseridos em um universo digital (Oh, o trabalho que o realizador teve pra fazer isso! Deve ter sido tão difícil manipular a câmara por aqueles green screens todos e unir com shots reais!) há de aparecer e “pedir emprestado” os óscares, mas tou-me a cagar para a academia. Afinal, citando Churchill: “History is written by the victors“. Bom, não que esteja realmente a acontecer alguma batalha onde exista realmente alguma vitória, mas é uma quote fixe pelo menos… Mas bem, de qualquer maneira já deu pra entender: Não se podia pedir mais em questões de efeitos especiais.

– A história (E sim, para os tipos palermas que nem prestam atenção ao filme e preferem apenas afirmar  “Ah, é do Michael Bay, portanto não tem história nenhuma!” então informo que a história existe sim. Surpresa!) é provavelmente a melhor entre os 3 filmes. Tem os seus pontos fracos, é verdade, mas das suas fraquezas eu falo depois, agora prefiro falar do melhor da história. Resumindo a história do 3º filme em 3 palavras: “Dark”, criativa e profunda.

“Dark” pois certamente tem um clima quase tão negro como o Megatron Origins da IDW. Claro, ainda há bastantes piadinhas e cómicos de situação para quebrar a tensão, mas na maioria dos momentos a maneira de como a história envolve o programa espacial da NASA, os Decepticons e a lua resulta em um plot dramático, e verdade seja dita, com umas boas surpresas pelo meio. Ahhh, sacana do Sentinel… Bem, falo dele a seguir. E só pra avisar, aqui as mortes não são a brincar nem para renascer 5 minutos a seguir. Portanto preparem-se que podem ver um ou outro dos vossos Autobots favoritos a ter um trágico e negro fim. Ahhh, Ironhide… Caso haja uma sequela, certamente sentirei a falta dele, era como o Stallone dos Transformers.

Criativa pois é simplesmente algo novo e nunca tentado antes: Misturar de maneira séria facções de robôs gigantes inimigas, a exploração da lua e porrada por Chicago não é algo que propriamente tenha existido antes, e mesmo que possa não ser um plot que se torne clássico ou famoso como os do Star Wars, pelo menos é inegavelmente bom.

Profundo porque não só ficamos a conhecer algumas personagens melhores (Como finalmente mais coisas sobre o Sideswipe do que “Yeah, I’m good!”) como também alguns dos segundários humanos mais criativos de sempre. John Turturro é hilariante como sempre, especialmente agora que se torna um ricasso internacionalmente famoso, e o Wang certamente merecia mais minutos de filme.

– Não que a Rosie tenha sido a melhor personagem humana, a sério que não foi, mas tenho que admitir: A Megan Fox não fez falta nenhuma durante o filme inteiro. Bom, pode ser que agora sem Transformers a Megan se dedique a fazer filmes pornôs (Vamos torçer todos para que sim!)

– O Wheelie continua hilariante, e agora ainda mais com o Brains!

– Os Decepticons estão… Bem, bastante diferentes de como eram representados nos filmes anteriores. Aqui a ideia é que depois de tanta pancada no Egipto, nada mais sobrou do exército de Megatron do que ele mesmo, o Shockwave, o Soundwave (Que surpendentemente quebra a “tradição” de ser p… do Megatron) e o seu leal passarinho, o Lazerbeak. Os Decepticons aqui são mostrados como um exército em decadência, mas ao mesmo tempo não deixam de ficar agressivos e muito mais violentos do que sempre. Um bom exemplo disso é o Lazerbeak e os seus métodos de assasinar cada colaborativo humano que ele forçava a trabalhar, desde fingir-se de uma “boneca-robô” para amistar com uma menininha e em seguida matar o seu pai até atirar Wang pela janela do seu escritório e ter o prazer de ouvir algumas boas descrições que explicam bem o resultado daquele “suicidio”. Já disse e repito: O Lazerbeak merecia o seu próprio slash movie. Já o Megatron no meio daquilo tudo mantém-se silencioso e frio, perdido nas memórias do grande líder que um dia fora e de agora estar literalmente a desfazer-se. Até ao final, onde finalmente prova que ainda está nos seus dias de badass.

– O Sentinel Prime… É de longe um dos vilões mais impressionantes da franquia inteira. A sua devoção por Cybertron e a sua “revelação” como traídor fazem dele certamente um dos mais criativos entre todos. É bom ter um vilão que desafie e quebre as regras do que normalmente vemos em Transformers. Genial. Direi que ele até fêz um inimigo melhor que o Megatron… Ou bom, pelo menos quase.

– Finalmente vemos humanos a matarem Decepticons… Usando estratégias militares inteligentes e bem organizadas em vêz de “There’s the weak spot, shoot him!” (Cof cof- O Simmons a matar o Blackout com uma M4 no primeiro filme e soldados a matarem Decepticons genéricos com metrelhadoras montadas em tanques no segundo filme). Sim, eu sei que sequer humanos a matarem Transformers soa péssimo, mas não se preocupem… Os que são mortos por humanos – Que verdade seja dita, não são quase nemhuns comparados aos que sobraram para os Autobots – São mortos pelo menos com lógica. E sim, claro, com ajuda de algum equipamento Cybertroniano fornecido pelo Q (Que é praticamente o equivalente ao Wheeljack neste filme).

– Cybertron é visto pela primeira vêz nos filmes (Ou bom, pelo menos afastada o surficiente para se ver o formato do planeta em geral) e é, na minha opinião, o melhor design para Cybertron do que qualquer outro apresentado em qualquer outra série de Transformers. É diferente de qualqur outro, e é isso que o torna excepcional.

– Surpeendemente, a trilha sonora é exelente. O score em si é espetacular como sempre, e mesmo que uma ou outra música pelo meio seja “reciclada” do filme de 2007, no geral há músicas diferentes e dramáticas o surficiente para marcarem uma diferença, com uma composição digna de algo vindo de Philip Glass! E as “músiquinhas” em si… Bem, felizmente a maioria até foi imperceptível, e o pior é que tenho que negar que a porcaria do Iridescent até caíu bem no momento em que o Sam entrou por Chicago devastada. Digo, claro que o Goodbye Blue Sky dos Pink Floyd obviamente ficava centenas de vezes melhor nesse momento mas… Ah, ok, pronto, vou parar de vêz de associar “Dark of the Moon” com “Dark SIDE of the Moon”, perdão. Ao menos ainda tiveram a gentileza de fazer uma referência aos Pink Floyd, o que não é mau.

– “I just want to be back in charge again… And after all, what would you be wihout me, Optimus?” “… That is what we’re about to find out!”. Épico. Certamente uma das quotes mais épicas da franquia.

Cons do filme:

– XÉÉÉÉÉÉÉÉ! Mas quiéke aconteceu c’us bróda, meu?! Mas ke cena é esta, pah?! Prá onde foram esses manos quiados?! Até já tinham filmados umas cena quiadas c’eles todos tunados, pah! E bom, se ao menos fossem só os gémeos… Mas e também a Chromia, que foi a única “motinha” que sobreviveu do filme anterior? O que é feito dessa gente toda? Desaparece essa gente assim, do nada?

– Quanto ao Shockwave… Bem, a “minhoca” gigante dele certamente foi um obstáculo enorme e gerou sequências espetaculares, mas infelizmente o Shockwave em si não fêz m… a não ser assustar uns soldados e ter a cara desfeita pelo Optimus Prime (Ahhh… É sempre o clássico GIVE ME YOUR FACE, não é Prime?). É pena, achei que depois do The Fallen eles tivessem aprendido a melhorar um vilão que se apresentasse com bom destaque, mas aparentemente ninguém quiz saber. Bem, ao menos está perdoado se virmos que o Shockwave não é propriamente o vião principal como o The Fallen no segundo…

– Por favor… Nunca esperei dizer isto, mas acho que também nunca me cansei TANTO de humanos em um filme de Transformers como este! Sim, o Sam com os seus pais teve os seus bons momentos e ele no emprego em si certamente foi engraçado, mas o tempo desperdiçado com ele a implicar com a Carly ou a reclamar de como preferia estar na batalha com os Autobots… Bem que podia ter sido aproveitado com… Sei lá, um pouco mais de pancadaria ou mais alguns momentos e detalhes do Lazerbeak a assasinar os contactos humanos partes do programa espacial?

– Mesmo com a maioria obviamente tendo bastante personalidade mostrada, acho que o Dino/Mirage (O Ferrari) certamente bem que podia ter mais momentos de ecrã e uma personalidade melhor explorada. “Más personalidade, per favor!”

Conclusão:

Então, é bom? Na minha modesta e honesta opinião, acho que é o melhor entre os 3. Tem efeitos mais impressionantes do que os 2 juntos, a história é boa e mesmo com as suas falhas aqui e ali, no geral faz uma boa embalagem de um ótimo filme.

Nota? de 1 a 10, ficaria indeciso entre um 8 alto ou um 9 baixinho, portanto acho que fica entre esses dois.

Bom, espero que tenham gostado da minha análise. Se gostaram, obrigado, se não gostaram… É pena. Mas caso queiram devolta o tempo que perderam a ler isto, cá vai o meu método para compensar o tempo perdido: NYAN NYAN NYAN NYAN NYAN NYAN NYAN NYAN!

Até ao próximo post!

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Transformers: Dark of the Moon… O trailer!

Meus amigos leitores! Já passou um bom tempo desde o último post, hein…

A verdade é que literalmente desde o fim das férias de verão que eu não posto nada no blog. Porquê? Bom, muitas coisas aconteceram desde então, começando com o detalhe de que faltei á primeira semana de escola simplesmente porque o meu pai ficou até lá a trabalhar em Los Angeles e eu, como o bom filho que sou (E também como o bom filho que é menor de idade e não pode viajar de volta sozinho) fiquei lá a fazer-lhe companhia. E então eu prometi que após voltar a Portugal eu finalmente ia-me establecer por aqui e concluír a história do que aconteceu por Los Angeles, certo? Era o que eu queria fazer, mas para o péssimo dos azares, ao ir ao café assim que cheguei tropeçei no passeio e torci o pé! Conclusão, tive que ficar mais uma semana em casa e sem ir á escola. E não, não pude aproveitar esse tempo livre para escrever o post, visto que o meu PC antigo simplesmente foi-se de vêz (Pudera, era uma porcaria…) e tive que ficar com o micro portátil do meu pai, que eu utilizei para escrever o post anterior… Mas como não tinha para lá TODAS as imagens de Los Angeles e nem eu tinha a câmara para passá-las então aproveitei o PC para escrever o post anterior… E assim foi.

Então eu supostamente devia ter ficado com as duas semanas seguintes livres para postar, certo? Pois devia… Isto é, se eu não tivesse calhado com esses dias cheios de testes (Bom, após faltar 2 semanas ás aulas não é de se espantar…) e nem tive tempo para o blog. E para melhorar a situação, na semana seguinte tive que viajar com os meus pais a Nova Iorque- Claro que comprei Transformers e fiz muitas outras coisas por lá, mas isso eu falo em outra ocasião- E faltei mais uma semana. E ainda na próxima semana- Também cheia de testes- Eu fiquei em Portugal e tudo correu bem até lá, mas infelizmente na semana seguinte eu deparo-me com a péssima notícia que a minha avó tinha falecido.

Sim, fui logo direito ao funeral a Mirandela, onde lá eu aproveitei para passar algum tempo com o meu avô, com a minha prima e com os meus tios… Ou seja: Mais uma semana que eu faltei. Finalmente voltei de Mirandela e após deparar-me com um monte de testes até aqui, finalmente pude escrever este post no final do primeiro período escolar- E nenhum post melhor a escrever a não ser do que está a “bombar” agora: O primeiro trailer do terceiro filme dos Transformers do Bay: Dark of the Moon!

Sim, é esse o nome do filme… E era espetacular se realmente tivesse músicas do Dark SIDE of the Moon, mas enfim, para mim a referência já ficou fixe…

Bom, ia ser fixe, imaginem o Bumblebee a morrer em combate com Great Gig In The Sky de fundo…

Não que eu gostasse de ver o Bumblebee a morrer e não que a Great Gig In The Sky seja a minha música favorita dos Pink Floyd, mas dava um bom momento no filme…

E já agora, um AVISO: A partir daqui, o post contém obviamente [SPOILERS] (A sério, o que esperavamde um post chamado “Transformers: Dark of the Moon… O trailer!”? Que, tal como o meu pai diz, fosse sobre a vida sexual das freiras?), portanto, se tiverem medinho de vêr o trailer… A sério… Não leiam. Ou pelo menos não digam que não avisei. E eu sei que há pessoas que me virão considerar um idiota por eu assinalar um spoiler em uma coisa tão óbvia, mas como eu já tive problemas com spoilers por postar imagens do trailer no fórum da ATB, então… Bah, enfim.

Mas então voltando ao que importa: Em pouquíssimo tempo temos aqui o trailer (Bem, muito mais cedo do que no ano passado, que só surgiu em Fevereiro de 2009) do Dark of the Moon. E claro que obviamente com esse título o trailer sugere que o filme fala sobre nada mais e nada menos do que se poderá passar no lado negro da lua! Digo já, é uma ideia tão doida e ao mesmo tempo tão esperta, usar um filme sobre robôs gigantes para falar sobre uma das maiores conspirações da humanidade sobre o que Neil  Armstrong e os seus amigos realmente viram em 1969 na Lua além de rochas… É de lonje uma das ideias mais geniais da saga. Parabéns Michael Bay, se o filme realmente se desenvolver á volta disso, têm altas possibilidades de alcançar o sucesso dos anteriores!

Mas bom, enfim… Eis o trailer:

Não que esse seja o upload do trailer mais popular do Youtube, o upload oficial já foi visto mais de 700 mil vezes… Mas esse aí foi um dos primeiros uploads e eu deixei um “Second!!!” no comentário, portanto fica esse mesmo no post.

Mas bom, o que eu acho do trailer? Tal como eu disse na ATB, épico! Digo, não que mostre muito, mas já deu para ver que este filme promete. Se não tiver mais um robô com escroto (Sim Michael Bay, já deu para entender que ele têm uns pustas testículos de metal para fazer o trabalho, não é necessário demonstrá-los visualmente!) ou cachorros nos seus atos naturais que não precisam de necessariamente ser expostos (Não, eu não sou mais um dos fãs chatos que considera que o Bay devastou completamente a saga- Muito pelo contrário, eu adoro os filmes- Mas por favor… Já deu para entender que eles estão no Ciu, não preciso de ver o ato para entender!) e se a história conseguir manter bem o foco, será mais outra ótima produção para a história da franquia. Digam o que quizerem, algo inegável é que, mesmo nem todos gostando do filme, os Transformers já deixaram uma boa marca sólida no cinema… Agora se este filme chegar a ser ainda mais impressionante do que os  anteriores, isso seria ótimo, pois passaria de uma simples marca no cinema a uma verdadeiro clássico que será relembrado durante décadas no cinema. Claro, isso tudo está nas mãos do senhor Bay e da sua equipa, e verdade seja dita: Não são más mãos.

Agora, partindo para a análise do trailer em si, decidi formular algumas ideias. Primeiro, uma das coisas que me chamou logo a atenção no trailer foi a cabeça do robô aos 1:30. Eu diria que lembra alguém… Mais precisamente o Landmine da linha de brinquedos (E das BDs) do filme de 2007:

Vendo assim pode parecer apenas uma cabeça genérica, mas na minha opinião existem alguns detalhes que apontam para a minha comparação estar correcta, como o “ventilador” na testa, a aparência enrugada nas bochechas, os sobrolhos… Será um Landmine com uma faceplate?

E quanto á maior especulação: Quem será aquele robô no final? Uma coisa eu posso garantir, ele certamente é um Autobot. Digo, se fosse um Decepticon a “acordar” nesse momento (E como eu sei que o Michael Bay não gostaria muito de alterar a timeline do “mundo real”) eu garanto que os astronautas não teriam sobrevivido. E isso sem contar que ele têm olhos azuis, e pelo menos até agora não me lembro de nenhum Decepticon com olhos azuis nos filmes.

Mas mesmo assim ainda premaneçe a dúvida: Se ele é um Autobot, quem é ele? Após algumas breves pesquisas, acredito que seja um dos seguintes personagens. Primeiro, o que eu acho mais provável…

… O Last Autobot- Não só pela semelhança entre a aparência dos 2, mas também pela história de cada um. E como eu acredito que alguns por aqui não devem estar familiarizados com o Last Autobot (Sinceramente, nem eu estava antes de dar umas procuradinhas pela TF Wiki) então a sua história pode-se descrever como o “escolhido” de Primus. Aliás, a sua história é tão confusa que devo dizer que me custa um pouco a explicá-la, logo resumindo: O gajo sacrificou-se por ser o escolhido, ficou “offline” por um tempão e depois voltou a acordar na G2 para passar a Matrix para o próximo Prime.

Agora porquê ele ser o robô do final do trailer? Se olharmos com alguma atenção, podemos notar que claramente existem mais semelhanças entre eles do que simplesmente na aparência. Bem, em primeiro lugar porque a história do Last Autobot consiste principalmente em “despertar”, e aparentemente é isso que vemos o robô do trailer a fazer. Notem também que a história do Last Autobot consiste claramente em um Autobot mais sábio e provavelmente um dos mais velhos, e isso complementa-se com o facto do robô do trailer têr barba. E isso sem contar que o Last Autobot transforma-se nesta nave espacial. E há algum tempo umas imagens de uma nave (Ou algo similarmente grande com turbinas atrás, ou era uma nave ou um míssil… Se calhar um foguetão…) nas filmagens de Detroit apareceram na net. Poderá essa nave ser uma versão cybertroniana dele? Defacto, ambas as naves não têm muitas semelhanças entre si… Mas acho que poderá ser um facto que reforce um pouco o argumento do Last Autobot.

E quem poderá ser o outro “suspeito”? Claro, o mais popular Autobot bigodudo e o “Kota do Prime”: Alpha Trion!

Ora, como ao contrário do Last Autobot o Alpha Trion é um personagem bastante popular na saga e acredito que muitos já o devam conhecer, mas caso alguém não o conheça acredito que não custa explicar quem ele é, e acho que pode resumir-se facilmente: O pai do Optimus Prime!

Sim, foi isso que eu quiz dizer com Kota do Prime, se vcs pássasem máis umas becas cos brodás da Rebolera City e da Amadora City iam conpreender a cena, tássaver?

Mas bem, embora eu acredite mais no Last Autobot, o Alpha Trion também dava um bom personagem. Não só, ele também é bigodudo como o robô do trailer e já que existem algumas probalidades de termos o começo da história dos Primes explicada neste filme (Não duvido que eles acabem o que começaram no 2º filme) então existem boas chances de ser ele.

Bom, então quem será ele? Comentários? Opiniões? Querem continuar a debater? Já sabem, têm logo aqui em baixo o espacinho dos comentários para debater, ou podem-se simplesmente juntar á discucção sobre o novo filme no fórum da Aliança Transformers Brasil. Então e até ao próximo post- Provavelmente no dia de Natal para falar sobre as prendas que recebi ou um pouco antes para acabar de falar sobre a minha épica viagem a LA… E se calhar falar também sobre a minha viagem a Nova Iorque, já que eu também comprei alguns Transformers por lá.

As 10 cenas de Transformers mais espetaculares de sempre!

Eu bem disse que o próximo post ia ser espetacular. E assim decido compensar o tempo que fiquei fora do blog com as cenas mais espetaculares em toda a saga! E porquê continuar a expandir mais este parágrafo? Vamos logo ao que intressa!

… Se  bem que este primeiro parágrafo defacto devia ficar mais “grossinho”, mas o que mais querem que eu diga? E agora sim, vamos passar logo ao importante! E começando com…

10º- O nascimento de Galvatron (Transformers: O filme de 1986)

Confesso que eu ao início não gostei muito desta cena. Seremos justos, os diálogos entre o Megatron e o Unicron são tão originais quanto a história de Avatar, mas o realmente fabuloso nesta cena foi o breve momento da reformatação de Megatron em Galvatron e da sua armada completamente em CGI. Não nos esqueçeremos que nos 80, embora já existisse algum bom número de filmes que ussasem efeitos de CGI, era raríssimo ver isso em um filme de um desenho animado. O filme de 1986 fêz parte desse “raríssimo” e criou uma cena que hoje em dia tornou-se uma cena clássica… Bom, uma cena clássica pelo menos entre os fãns. Além de mais, pensem no ponto de vista de um miúdo fã de Transformers nos anos 80 a ver pela primeira vêz esta cena do filme no grande ecrã. Pode não soar nada de especial falando assim, mas tentem incorporar esse miúdo imaginário…

… Conseguiram?

Não disse que era fascinante para os miúdos da época verem algo assim? Por outras palavras: Este simples momento em CGI do filme de 1986 é melhor que praticamente todos os “gráficos”  á PS1 de Beast Wars. Claro, isso não me impede de colocar algumas cenas de Beast Wars lá para a frente da lista, mas bom, vamos prosseguir!

9º- “I am Omega Supreme!” (Transformers Animated)

Antes de começar a escrever este parágrafo, gostava de falar uma coisinha:

BUÁÁÁÁÁ!!! Filhos da p#&@! Cançelaram Animated, a melhor série de Transformers de sempre! Fogo, estava a gerar uma porrada de lucro para a Hasbro e para as emissoras! Que m€%#@ passou pela cabeça deles quando deçidiram terminar com praticamente tudo á pressa na terçeira season???

Agora, eu sei que isso já aconteçeu no ano pasado, portanto realmente é excusado queixar-se disso enquanto estamos em 2010- Mas enfim, mesmo assim as saudades de Animated ainda não morreram. É de lonje a minha série animada de Transformers favorita, e custa-me ter que aceitar que todos aqueles dias em que eu acordava de manhã e corria feito louco aos sites de notícias de TF a ver se saía algum episódeo novo- E depois ficar durante os típicos 20 minutos de duração dos episódeos preso ao ecrã do PC, apenas focado nas aventuras que os Autobots vivam, sem se importar se a minha mãe me estava a mandar arrumar o quarto, se meus professores estavam extremamente P´s da vida com as minhas notas á entrada da porta a segurarem em sabonetes enrolados em toalhas ou até se a casa estivesse prestes a explodir- Fogo, preferia ter um quarto desarrumado, ficar cheio de pancadas e ter o prédio a desabar por cima de mim do que ter que interromper um episódeo de Animated a meio por causas “menos importantes”!

Pronto, agora que já desabafei, posso falar sobre essa cena acima de Animated. Todos os que leram a minha última revisão fotográfica sabem bem que eu sou praticamente doido pelo Animated Lugnut, e visto que o Omega Supreme na série é basicamente o equivalente a uma versão Autobot do Lugnut 100 vezes maior, como eu podia deixar de gostar dele? E por isso eu posso dizer sem medo de errar que a sua “apresentação” na série foi de lonje um dos melhores momentos de Transformers! E é por causa desses momentos icónicos que eu sou um fã incondicional de Animated. Até hoje tenho pena que não tenha sido feito uma figura do Omega Supreme- Mas bom, visto que este ano Animated vai começar a passar no Japão e já começaram a preparar algumas figuras novas, portanto ainda há esperanças de um “Supreme Class Omega”. Por isso vê-lo á porrada (Se bem que com ele não há porrada, é logo tudo na fase do BUUUUUUUUUM!!! K.O!”) é uma das cenas mais icónicas da série de Transformers que até agora permaneçeu como a minha favorita.

8º- Optimus Prime entra em Shangai (Transformers: Revenge of The Fallen)

Esta cena entra na lista não só por ser INDESCRITIVELMENTE ESPETACULAR, mas como também entra por me trazer exelentes recordações. Claro, quando eu me refiro a recordações, claramente não me refiro a recordações nostálgicas, visto que o filme não saíu nem há um ano, e sim, refiro-me á linda recordação de ver Revenge of The Fallen em um cinema de Los Angeles. Para melhor entendimento, vou descrever da seguinte maneira:

VER EM UM CINEMA NORMAL: A pessoa entra na sala. Típicos murmúrios, sala de cinema normal, algum ou outro gajo a conversar com a namorada e a explicar alguma coisa sobre os Transformers nos anos 80 antes do filme começar. O filme começa. Riem-se nas partes engraçadas, alguns divertem-se, um ou outro diz algo em um momento inapropriado, etc…E o filme acaba, e por mais que as pessoas tenham gostado ou odiado, o máximo que vemos é algum gajo a debater com outro á saída a opinião.

VER EM UM CINEMA DE LOS ANGELES: Entra-se e nos primeiros minutos tudo o que notamos é que a sala é enorme. Sentamo-nos no lugar e vemos que á nossa volta as pessoas debatem- Debatendo com expectativas, falando sobre tudo o que esperam, tudo o que acharam do filme anterior e tudo o que queriam ver neste. Nos últimos minutos antes do projector ligar-se, uma forte tensão percorre a sala. Todos ficam anciosos á espera que as suas espectativas sejam satisfeitas e que o filme seja espetacular. O projector liga-se e as pessoas batem palmas feito doidos, como se tivessem passado ma vida inteira á espera daquele momento. O filme decorre. O público exprime emoção durante todo o decorrer do filme, batendo palmas sempre que havia alguma luta hardocore, rindo-se constantemente das piadinhas espalhadas do filme e doidos sempre que viam a Mega Fox no ecrã. E quando 0 filme acaba, TODOS, sim, PRATICAMENTE TODOS NA SALA DE CINEMA ENORME E LOTADA, alevantam-se e batem palmas! O PUBLICO VAI AO DELIRIO!!! IT ROCKS!!!! YOU ROCK BAY!!!!! YEEEEEEEEAHHHH!!! THIIIS ROCKS!!!! FREAKING REVENGE OF THE FALLEN IS ONE OF THE MOST ´EFFING COOL FILM EVER!! YEEEEEEEEEEEEEEEEES!!!!!

… Hã, voltando ao normal, o espetacular de ver em um cinema de LA é a emoção do público e a apreciação pelo filme que demonstra como a maioria dos críticos “inteletcluiais” e com “altah cenimotográfia” estão errados. E no meio de tanta coisa posso defenir que o mais espetacular dessa expriência foi a apresentação de Optimus Prime ao chegar a Shanghai. Bom, devo admitir que toda a batalha de Shanghai em si é fabulosa- Iniclamente eu ia inserir a batalha interia na lista, mas como os únicos videos da batalha de Shanghai que eu encontrei têem péssima qualidade, o momento que eu destaco especialmente nessa cena é a chegada de Optimus Prime a Shanghai, pois além de ter sido de lonje umas das melhores (Senão A melhor) apresentação de um personagem no cinema, a apareçer pela primeira vêz no ecrã durante o filme, esta cena foi uma onde o público foi praticamente ao delírio. Simplesmente perfeita! Ver Optimus, o melhor líder da história do cinema (Bom, melhor “líder do bem”, afinal o melhor “líder do mal” é e sempre será o Lord Vader, claro…) ser apresentado de uma maneira tão gloriosa foi lindo! Isso sim, deixará um marco no cinema, não os gatinhos idiotas de Avatar…

Sim, eu não gosto do Avatar. Muita gente já deve saber disso, mas nunca é demais criticar de novo “Pocahontas: Versão James Cameron”.

7º- A transformação do Devastator (Transformers: Revenge of The Fallen)

Por mais que os críticos reclamem, por mais que os fãns façam birrinha nos fóruns e por mais que me venham chatear nos comentários, algo inegável é que todos borraram-se nas cuecas quando este ser gigantesco transforma-se diante o público e saí por aí a sugar praticamente tudo o que se encontra no caminho, não se importando se é areia, pessoas, carros ou até outros robôs.

Uau, a sério, se o pobre do Devastator fosse um ser humano, ele ia acabar por apanhar uma indigestão do caneco… Mas bom, humano ou não, esta apresentação foi fabulosa. E mais uma vêz, tal como a entrada do Optimus Prime, eu também queria inserir a cena completa dele a transformar-se e a devorar o Mudflap, porém também não encontrei menhum vídeo em HQ dessa cena no Youtube. O que é uma pena, pois quase todos os vídeos deste fabuloso momento que se podem encontrar no Youtube são basicamente remakes e remixs- De todo o tipo, desde os mais rápidos até aos mais dramáticos– E eu como fã de Saw (AKA Enigma Mortal, AKA Jogos Mortais) tenho que admitir que adorei a versão dramática com o “Hello Zepp” de fundo!

6º- A coroação e morte de Starscream (Transformers: O filme de 1986)

Uma coisa eu garanto, se algum dia o Maurício de Sousa adaptasse os personagens da Turma da Mônica como Transformers, a Mônica (A “Mázinha”, se assim podemos dizer) seria sem dúvida a versão femenina criança do Megatron e o Cebolinha (Que pode não ser muito  bonzinho, mas é altamente egocêntrico) sem dúvida seria a versão orgânica de cabelo espetado do Starscream- Tudo isto especialmente pela relação de adversariedade entre Mônica/Megatron e Cebolinha/Starscream, da “Mônicatron” ser a lídermanda-chuva e do “Cebolascream” ser o jovem que fica o tempo todo a inventar planos infalíveis para assumir o reinado. E qualquer bom leitor da turminha sabe que nos poucos quadrinhos em que o Cebolinha consegue assumir o reinado, 5 minutos depois a Mônica apareçe apra leh encher de coelhadas. Clássico…

E este momento da coroação de Starscream é o equivalente a esse típico momento da turma da Mônica, com a única diferença de que, ao contrário dos “gibis”, aqui em vêz de ser uma coelhada é um mega-hiper-freaking-awesome raio desmaterializador.

Por outras palaras: Este momento do filme  ocorre logo após a reformatação de Megatron para Galvatron, e a Hasbro necessitava de provar que o gajo é um “meco doido xinado dos cornos”  espetacular- E então para provar isso nada faz mais sentido do que desmaterializar um dos personagens chave da série em um dos seus incomuns momentos de glória, certo? E convenhamos, foi hiper-fixe ver o patético covarde Decepticon a ser desmaterializado pelo verdadeiro líder Decepticon- Algo que o próprio Megatron já devia ter feito muito mais cedo nas duas temporadas da G1 anteriores ao filme de 1986.

Mas bom, antes cedo do que nunca, certo?

5º- A chegada dos Autobots á Terra (Transformers: O filme de 2007)

… E cá está mais uma cena que, tal como a transformação do Devastator, por mais que os fãns façam birrinha, realmente mereçe destaque neste post. Eu até pensei que poderia deixar esta parte da lista escrevendo simplesmente “Pronto, é fixe E ACABOU!”, maaas como eu sei que a maioria vão querer ao menos algum argumento sólido para descrever este momento ou caso contrário eu vou passar a ser conhecido como um imbecil entre os membros da soceidade transfã (Tarde demais, já estão aqui 3 cenas das “estrupações de Transformers do Bay” e provavelmente não vão ser as únicas, já ninguém mais me aceitará em algum fórum de Transformers), vou aqui explicar os meus motivos:

Em primeiro lugar até ao momento já tinhamos visto no filme, no lado dos Decepticons o Blackout, o Scorponok, o Barricade e o Frenzy, e do lado dos Autobots aparentemente só o Bumblebee é que pareçia existir. Esta chegada prova que afinal existem mais Autobots do que só um simples Camaro amarelo (Um Camaro carismático, mas fogo… Era só um… ) e que dirigem logo a vantagem para os nossos queridos Autobots.

Depois temos o “fator nostalgia”, com os Autobots, que acompanharam os fãns oitenistas na infância, de vê-los a chegarem á Terra de uma maneira tão estupenda que todos nós preferíamos ver na infância em vêz de uma animação ridícula da Arca a despenhar. Este momento foi exelente por demonstrar os Autobots em todo o seu poder e a transmitir a sensação de nostalgia para os fãns e a sensação de algo novo e espetacular para os que não conheçiam os Transformers até ali. Este é um dos poucos momentos do filme onde ambos lados de fãns e não-fãns podem gostar do mesmo.

E claro, sempre existe a linda transformação em 360 do Líder Optimus Supremo, que nos deixa a babar e a sonhar que o brinquedo do Prime de há 3 anos atrás tivesse o mesmo nível de qualidade e detalhe como o do ROTF têm. A sério, o do primeiro filme é tão, tão, tão fraquinho comparado á sua versão sucessora…

E se alguém ainda me fôr criticar por este momento estar na lista (O que seria estranho, mas ok, tudo é possível), façam-vos a vocês mesmos uma pergunta: Não se sentiram comovidos quando viram o Ironhide (Ou o Prime, não vamos discutir isso de novo) saí da piscina diante a menina que, ao observar tamanho ser massivo a passar sobre ela, têm a sua reacção cuti-cuti inocente “Sorry, are you the tooth-fairy?” Se não se sentiram comovidos ou são algum tipo de anticristo filho do diabo ou algum crítico armado á cult que considera que hoje em dia o cinema não consegue ser tão emocionalmente poderoso como há 20 anos atrás. Ou talvêz uma mistura de ambos…

Embora eu deva reconheçer que para alguns não foi tão emocionalmente impactante como a próxima cena é.

4º- Dinobot: O código do herói (Transformers Beast Wars)

Para alguns, claro. Mais uma vêz eu pessoalmente nem me importava de deixar de fora esta batalha, mas mais uma vêz age o fator “se-não-estiver-na-lista-metade-dos-fãns-vão-me-cortar-os-braços-e-matar-os-meus-pais-enquanto-eu-durmo”.

Em primeiro lugar, o vídeo acima é uma versão comprimida do episódeo de Beast Wars “Code of hero”. E eu aconselho que, para melhor compreensão, o leitor tire alguns poucos minutos da sua leitura para poder assistir o episódeo completo (Começando por aqui) ou o vídeo acima provavelmente não fará muito sentido. De qualquer forma, o que eu gosto especialmente em Beast Wars é o seu estilo maturo de ser. Existem na série certos momentos tão brutais que, nos anos 80, o mais perto de encontrar tamanha violência entre Transformers era apenas nas salas de cinema e nos VHS do filme de 1986. E aqui deparamo-nos com um dos mais violentos momentos de Beast Wars, onde o Ex-Predacon Dinobot prova que realmente é um verdadeiro aliado para os Maximals, sacrificando a sua própria vida para proteger uma civilização de pré-humanos.

O que teria aconteçido se ele não tivesse sacrificado a sua vida? Bem, diremos que personagens humanos como Spike, Sparkplug, Carly e Daniel nunca teriam existido e a G1 acabaria com os Decepticons a pizarem os pedaços de sucata restantes dos Autobots. E dada a importância desta luta, não tenho mais nada a dizer.

Claro, a não ser que por mais brutal que tenha sido essa luta, definitivamente não chega nem perto de ser TÃO violenta como a próxima cena.

3º- Ataque ao transporte Autobot (Transformers: O filme de 1986)

Aliás, esta provavelmente é a cena mais violenta em toda a história da franquia. Por onde irei eu de começar? Já falei bastante deste momento em outra lista minha, mas nunca é demais voltar a falar de novo de tamanha brutalidade. Então vamos lá resumir tudo de novo: Prowl, Brawn, Ironhide e Ratchet estão a bordo de uma pequena nave Autobot, pacificamente a caminho da Terra.  Quando do nada BOOM-BLAM! Os Decepticons invadem o transporte, entrando no seu interior e exterminando de vêz os devidos Autobots. Claro, quando uma pessoa que mal conheçe a G1 vê esse vídeo e não reconheçe os personagens que são violentamente mortos, provavelmente devem pensar “Ahhh, isso é apenas umas tretas infantis do Megatron a matar alguns Autobots genéricos e tal”, então deixo já claro algo:

Os Autobots que estavam a bordo eram personagens clássicos da G1. Duraram duas temporadas inteiras antes do filme de 1986 e eram alguns dos personagens mais preferidos pelos putos (E só pra deixar mais uma vêz claro para os Brasileiros, por aqui “putos” é o equivalente a “garotada”, portanto não entendam de otura maneira!) da época. Logo devem estar a imaginar a choradeira que foi para a maioria ver alguns dos personagens favoritos a serem violentamente mortos, certo? Só para demonstrar a importância dos personagens, cá vai uma comparação bastante clara: A importância dos personagens que foram mortos de vêz era o equivalente á Disney criar um filme do DuckTales que começasse com os Irmãos Metralha a assasinarem o Zézinho, o Huguinho, o Luisinho e o Pato Donald. Yup, este vídeo é a versão Transformers do momento que acabei de inventar agora.

E para eu não terminar este parágrafo assim tão rapidamente, cá vai uma curiosidade: Notaram algo de estranho no vídeo? Caso não tenham reparado, por volta dos 42 segundos vemos Starscream a “esconder-se” atrás do buraco que os Decepticons fizeram ao entrar na nave e em seguida ainda o vemos a disparar ensse mesmo lugar- O que é idiota, pois o verdadeiro Starscream estava no centro da nave a manusear o Megatron e a matar os Autobots. Felizmente, quando lançaram o DVD do filme que mais tarde foi adaptado para Blu-Ray, o clone, se assim poderemos chamar, foi substituído pelo Skywarp- Tal como se pode ver neste vídeo lá pelos 8 primeiros segundos.

2º- A batalha da Autobot City (Transformers: O filme de 1986)

Hmmm… Contando com este clipe, já estão na lista 4 momentos do filme de 1986! Será que eu estou a valorizá-lo demais?

De qualquer forma, quer eu esteja ou não, este momento é um dos meus favoritos de sempre. Adorei-o da primeira vêz que vi e até hoje adormeço a rever vezes sem conta este momento na minha PSP. A quantidade de coisas cools e ao mesmo tembo absurdas que aconteçem nesta sequência são espetaculares!

Preciso de dizer mais alguma coisa? Vejam por vocês mesmos! Não é por isso que eu puz o vídeo acima?

1º- “Let´s roll!” (Transformers: Revenge of The Fallen)

Perdoem-me pela péssima qualidade do vídeo acima, mas foi o melhor que eu consegui encontrar. Lembro-me que havia algures pelo Youtube um vídeo em HD da cena completa, desde a “reanimação” do Optimus Prime até o The Fallen ser derrotado, mas provavelmente deve ter sido removido. De qualquer forma, esta cena é como a batalha da Autobot City: É tão indescritivelmente espetacular que eu não preciso de explicar nada.

Enfim… Para os que nãs sabem, como comum de uma lista minha, o número 1 nunca é o último lugar. Eu sempre costumo fazer uma lista com 10 lugares e o melhor fica sempre depois do primeiro- Porém desta vêz há uma pequena exepção…

AS MELHORES CENAS DE TRANSFORMERS DE SEMPRE: Optimus Prive VS Megatron em 1986 e em 2009!

… Empate entre duas coisas completamente diferentes no último lugar!

Antes de  eu falar sobre ambas as batalhas, gostaria de dizer que, tal como eu já disse inúmeras vezes, sou um fã incondicional do Revenge of The Fallen. Claro que existe sempre um número razoável de critícos burros que vão ver o filme uma vêz e acham que “já kataram a cena toda, tásaver meu?”, mas justiça seja feita, Revenge of The Fallen é uma verdadeira evolução na história do cinema- Sem dúvida muito mais revolucionário do que o Avatar e os seus gatinhos azuis de 3 metros de altura.

Uaaaaaaau, já estiguei o Avatar três vezes neste post! Um novo recorde! Sinto-me orgulhoso!

Prosseguindo, essa fabulosa batalha é sem dúvida indespensável na lista. Porém seria sem dúvida injusto deixar de fora a clássica luta dos anos 80 entre Optimus Prime e Megatron. Portanto assim eu declaro oficialmente um empate entre ambos, que embora sejam por si completamente diferentes e que sirvam para públicos completamente opostos, acabam por “equalizar” no mesmo lugar.

E bom, é isso. Demorou quase duas semanas para escrever este mega-post, mas sinceramente, sinto-me bastante satisfeito com o resultado. Agora eu vou ter que trabalhar muito na escola, pois tenho testes quase diariamente e ainda preciso de terminar um filme de ficção científica super-avançado para Área de Projecto nas três próximas semanas e ainda nem começei a escrever o guião, portanto em tempos de escola vou ter mais dificuldade em postar- Mas hei, quando este gajo chegar aqui lá para o fim do mês (Ou melhor esclareçendo, literalmente no primeiro dia de Março) vou ter muito que postar…

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Fiquem com Primus!

Revenge of The Fallen nomeado para o óscar de melhores efeitos especiais!

Finalmente! Após críticos estúpidos, fãs chatos e um Box Office que não conseguiu alcançar o maldito filme do Homem-Aranha (A sério… Como é que aquilo pode valer 403,706,375 dólares?), ao menos um pouco de justiça foi feita ao nosso querido Retaliação. E que jsutiça foi essa? Foi nomeado para a categoria de melhores efeitos especiais dos óscares! Isso mesmo, embora tenha perdido em 2007 nas categorias de efeitos sonoros e efeitos especiais, agora ele volta a competir!

E qual é o ponto negativo disso? O facto de que definitivamente não vai ganhar devido á nova “obra” de James Cameron, Avatar– Que sem dúvida vai roub… Hã… Digo, “levar” metade dos óscares, incluindo com toda a certêza o de efeitos especiais, embora claramente não o mereça.

Sim, o Avatar e os seus efeitos especiais clichés de CGI definitivamente não chegam sequer ao nível de realismo que Michael Bay inseriu nos Transformers-  Mas bem, o que fazer? Todos acham que duas horas e tal de plantas estranhas chiclés, cenários clichés alienígenas, naves espaciais e equipamento futurístico clichés alcançam os robôs gigantes que se Transformam do Bay (Que pelo que dizem deve ser muito comum ver no cinema hoje em dia). Fogo, os óscares de efeitos especiais deveriam ser dados por ORIGINALIDADE e pelo nível de realismo ADICIONADO e incluído nos filmes! Em quantos vocês já viram facções gigantes de robôs que se transformam em veículos á pancadaria em CGI,. além de Transformers? Eu sei, se conseguirem algum nome, provavelmente deve ser um rip-off japonês que ningém conhece. E agora, quantos mais filmes vocès já viram passados em outros planetas, com mechas, naves espaciais, veículos futuristas e criaturas alienígenas em CGI puro? Não se dêem ao trabalho de fazer uma lista, são tantos que é quase incontável. O CGI de Avatar pode ser o melhor de todos, mas a sua base é tão repetiviva que é inútil compará-la á ideia original da franquia que Michael Bay adaptou para o cinema, que em si já consegue alcançar DE LONJE os gatinhos azuis de Avatar a lutar contra as naves que pareçem sprites copiados de outros filmes.

Mas o que adianta, se após 12 anos nós vamos ver de novo a mesma cara retardada de James Cameron satisfeito pelos 50 óscares que roubará- Hã— digo, de novo, tal como antes, “levará” da acamedia nessa noite.

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Bom, é pena, mas enfim, ao menos essa noite nós veremos pelo menos alguns clipes fixes de Revenge of The Fallen antes do “grande nome final”.

ELE CHEGOU!!!! F-I-N-A-L-M-E-N-T-E!!!!!!!!!!!!!

O título mega-exagerado já exprime bastante a minha felicidade. Claro, após as minhas últimas aquizições recentes eu prometi não comprar mais até ao Natal, mas isto aqui mereçe justificação…

Em primeiro lugar, durante o belo recente friado de terça-feira, passei por uma loja chinesa e encontrei UMA PORRADA EXTREMA de Transformers (Obviamente, todos pirateados, o que esperavam de uma loja chinesa? Um MP-04 original?) e acabei por comprar duas coisinhas:

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Ambos á escala original, e advinhem, cada um deles por apenas 5,00 €!

A minha ideia inicial para o Prime era repintá-lo de Nemesis Prime, mas visto que eu já fiz uma versão Legends do Nemesis, o destino desse Voyager Prime agora é incerto: Ou eu o vou deixar assim como está ou vou repintá-lo de Ultra Magnus.

Já o Megatron vai ser repintado sem via das dúvidas, logo começando pelos malditos detalhes verdes nas laterias da arma!

Mas como devem supôr, é óbvio que eu não estou super-hiper-loucamente feliz por ter comprado dois brinquedos pirateados em uma loja do chinês, certo? A verdade é que após eu esperar montes de semanas, verificar diariamente o apartado do meu pai, soar, resistir para não ver o filme na internet e continuar a esperar, ele finalmente chegou…

Finalmente.

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O Blu-Ray do Revenge of The Fallen especial de 3 discos!

Tal como devem supôr, após voltar da escola não tirei os olhos do filme… 😀

G.I. Joe: The rise of Cobra (Ou O ataque dos Cobras, sei lá…)

… E vem aí alguém “Ó Henrique, que m€#%@ passou-te pela cabeça? O teu blog não é de Transformers? O outro “Henri Blog não serve para isso mesmo? Como é que raios os Joeys e os Cobras se encaixam no tema do blog?” Então dou a minha resposta: Não me passou menhuma m€#%@ na cabeça. Este post é apenas uma pequena exepção e o meu blog é e sempre será relacionado a Transformers até ao fim dos seus dias, mas G.I. Joe, pelo menos na timeline de G1, tecnicamente é parte do mesmo universo dos Transformers. Aliás, se olharmos com atenção até têm algumas semelhanças: Duas “facções” , se assim posso chamar (G.I. Joes e Cobras) que lutam entre eles, ambos criados pela Hasbro, ambos desenhos animados clássicos dos anos 80 e ambos tiveram no mesmo ano um filme animado que inseria drásticas diferenças na série.

É, apezar de o Storm Shadow estar no banner do meu HenriBlog, não percebo muito mais que isso acima de G.I. Joe. Portanto, peço aos fãns de longa data que me perdoem se alguma vêz eu disser por engano “Snake Eyes é o líder dos Cobras”, mas não tenho o mesmo conhecimento que vocês. Talvêz quando eu tiver 32 anos e tornar-me um Nerd pobre, gordo e virgem que passa o tempo todo a comer Cheetos em frente ao PC e a pensar na porrada de oportunidades que eu perdi para me tornar um realizador .

Mas porque é que raios sempre que escrevo um post eu começo com temas imbecis e paralelos e desfoco-me do assunto? Vamos é ao que intressa: A análise ao G.I. Joe: The rise of Cobra, ou como é chamado pelo título Portuga, G.I. Joe: O ataque dos Cobra.

A história é bastante semelhante á original: (PELO QUE EU SEI, já disse que não percebo quase nada de G.I. Joe!) Um bando de recrutados com equipamento super-avançados, constituídos por papel de maior revelância de  Duke, Scarlett, Heavy Duty e Snake eyes, lutam contra os violentos Cobras, uma assosiação com maior papel de Destro, The Doctor, Storm Shadow e Baroness.

E se alguém notar quer o comandante Cobra não está na lista, digo já que não quero estragar surpresas a ninguém.

Durante o filme, deparamo-nos com McCullen (Não falo mais sobre ele senão iria de novo estragar surpresas) que é dono de uma fábrica de armamentos marciana, e acabaram de desenvolver umas “ogivas” que dissolvem qualquer coisa que apanharem em ácido.

Como fizeram com a Torre Eiffel no trailer. Aliás, o meu sincero comentário sobre isso da Torre Eifel: Coisinha mais cliché, não dava para ser mais original?  Parece que todos querem ver a Torre Eiffel a caír e a partir-se t0da. Infelizmente é assim… E pronto, o filme é basicamente a luta pela possesão das outras três ogivas que ainda não foram usadas no Empire States Building, na Casa Branca e na ponte 25 de Abril, em uma mistura de flashbacks para ninguém se esquecer porque o Duke se divorciou da Ana, porque o Snake Eyes e o Storm Shadow passam a vida a bater-se e porque o Rex tornou-se Destro.

Pronto, já estraguei uma das surpresas… Enfim, no geral, em questões de história, G.I.Joe: Rise of Cobra  fêz o correcto que deve ser aplicado em um filme de acção: Aplicar uma história simplória para o público mais burro que não se adapta com muita acção e uma história complexa. Sim, qualquer pessoa que considere que a história de Revenge Of The Fallen incompreensível é uma pessoa burra, e isso não é opinião nem especulação: É um facto! E G.I. Joe preferiu não arriscar por um simples motivo: Tal como acontece com os Bayformers, G.I. Joe vai garantidamente criar uma triologia de sucesso que garantiamente vai render montes de $$$, €€€ e ¥¥¥ devido á porrada de fãns da série original que garantidamente vão originar um Box Office extremo.

Os efeitos especiais são como o cinema de hoje: CGI´s DU C*RALHU que obviamente fazem o público babar-se e desejar conseguir fazer o mesmo em casa com o Windows Movie Maker.

Quanto á duração do filme: Não sei ao certo quanto tempo dura, mas é extremamente rápido- De aposta cerca de uma hora e 30. Por exemplo, a Torre Eiffel a caír é basicamente a meio do filme, algo que ficaria muito melhor como introdução.  Grande parte do tempo do filme é perdido com os flashbacks inúteis que relatei. Uma das coisas mais chatas foi definitivamente quando a Baronesa começa a lembrar-se da sua vida com o Duke e fica toda comovida e salva-a da própria tortura de The Doctor, visto que ELA MESMA estava envolvida na tortura e há 5 minutos atrás ainda odiava Duke.

E no final existe uma enorme batalha subaquática que pelos shots que o filme nos dá parecem espetaculares… Mas era assim tão caro ter mais alguns minutinhos de CGI dessa batalha? A sério, parecia tão awesome, mas acaba-se por perder uma porrada de coisas.

“Overview”:

Antes de ir ver li poucos comentários ao filme mas diziam ser espetacular, o que fêz as minhas espectativas aumentarem drasticamente. Achei que fosse algo espetacular, algo embora não melhor que Revenge Of The Fallen, também fosse uma verdadeira arte… E sinceramente, saí decepcionado. Não que G.I. Joe seja um mau filme, qualquer tipo de público que goste de filmes de acção entupidos de porrada (Como eu) vai saír satisfeito, mas eu esperava muito mais.COMPARANDO com os blockbusters deste ano que eu vi, G.I. Joe: Rise of Cobra é melhor do que quase todos eles, mas ainda não é tão bom quanto Sexta-Feira 13 (Remake do Bay) e Knowing, e obviamente nem chega aos pés de Transformers: Revenge Of The Fallen.

Por fim, recomendo ir ver, mas do meu ponto de vista sem grandes expectativas, apenas esperando por muita porrada e CGI. E pronto, vou comprar o jogo, os brinquedos deste filme, e esperar pela sequela, como em um normal blockbuster deste tipo.

Nota final: 6,5 

Abraços!

Transformers: The Movie (1986)

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E cá estou eu a fazer mais uma análise. Para os que não sabem, em 1986 a G1 estava nos seus momentos de ouro. E o que acontece quando um desenho animado está cheio de sucesso? Exactamente, fazem um filme! E assim foi.

A ideia consistia no geral como a maioria dos filmes de desenhos animados: Um filme que faça ponte entre episódeos da série, insira diferenças drásticas e apresente um vilão novo. E é basicamente isto que acontece no filme inteiro (Imaginem-se o Blurr a ler): Novos personagens Autobots aparecem do nada na terra, Autobot City é atacada, novos personagens tentam defender a Autobot City, Optimus Prime aparece e quase mata Megatron, Starscream chuta os tomates do Megatron e assume-se o novo líder dos Decepticons, Optimus Prime fica damificado demais na luta e morre passando a Matrix da liderança ao Ultra Magnus, O novo vilão Unicron dá uns upgrades ao Megatron, passa a chamá-lo de Galvatron e obriga-o a destruír a Matrix, Unicron engole as bases lunares 1 e 2, Autobots vão a passear pelo espaço sideral, Decepticons encontram os Autobots, Kup e Hotrod encontram um monte de bichos esquesitos, os outros Autobots encontram um gangue de motas liderados por Wreckgar, Galvatron explode Ultra Magnus, Galvatron ameaça Unicron com a Matrix, Unicron transforma-se e decide devastar Cybertron sem menhum motivo, Autobots reúnem-se e entram dentro de Unicron, Hotrod e Galvatron lutam, graças á magia da Matrix Hotrod transforma-se em Rodimus Prime, Unicron explode, tudo acaba bem, Until All Are One, os créditos passam e fim.

Eu sei, que confusão. Mas essa confusão está no geral bem coordenada. O grande problema nessa grande confusão é apenas um…

… A montanha de criaturas estranhas que apareem no filme.

A sério, Quintessons? Sharkticons? Allicons? Que coisas são essas? Perdoem-me se não é o que eu deveria esperar, mas quando eu vejo um filme com o nome Transformers, eu quero ver o que o filme tem de 60%: Robôs á porrada e a espancarem-se com o que a animação dos 80 tinha de melhor, não crocodilos e caras falantes. Perdoem-me, mas não compreendo porque os fãns odeiam os designs robôticos dos Bayformers e consideram normal tudo o que eu falei acima. Sem brincadeira, 4o% do filme são esses monstros feios e coloridos a atacarem os personagens. E isso para mim também conta com os Junkions. Não que eu não goste dos Junkions, mas…

Sabem que mais? Confesso, ODEIO os Junkions!  Não entendo como tantos podem gostar dessas criaturas!

Já a banda sonora do filme: É algo que se salva completamente. Grandes músicas Rock e o melhor tema dos Transformers já criado são verdadeiros masterpieces do filme, que criam o ambiente perfeito. The Touch foi obviamente marcante para o filme. Os traços da animação mudam um pouco desde a série original. A técnica é mais ou menos a mesma, porém de certa forma o tipo de animação é mais evoluído.

No geral, o filme de 1986 podia ter sido perfeito… Sem as criaturas ridículas. Perdoem-me, mas nunca vou deixar de implicar com esse promenor. Mesmo assim, o filme é exelente e as suas lembranças nostalógicas mantém a qualidade do filme e tornam-o um clássico dos anos 80.

Transformers Revenge Of The Fallen The Game: PSP

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Antes de mais nada, NUNCA mas NUNCA esqueci do blog. Mas o problema é que eu estive durante 5 dias de férias em uma espetacular estalagem Vila Galé do “Alhenteigo” (Alentejo, para os que não compreenderam) e não me preocupei a ponta de um corno com o blog o Alentejo é praticamente o fim do mundo, com uma internet de 2Kb por hora.

De qualquer forma, tal como o filme, o jogo do Revenge Of The Fallen saíu por todas as lojas, e eu como qualquer gamer obcecado estou altamente paranoíco para comprar para todas as plataformas. Já tenho para PS3  (Que eu fiz uma review aqui), PC (Que infelizmente não funciona no meu pois tinha que ser um computador todo XPTO), Autobots DS (Que é tão trash que nem vou comprar a versão Decepticons) e claro, a de PSP. Eu sei que alguns me vão achar um maníaco louco, mas ao menos assim já só falta o de PS2 para completar a “Colecção”.

 De qualquer forma, tal como está escrito no título do post, eu vou fazer uma análise á versão da PSP. Comprei-a em Los Angeles, dia 25 de Junho, após rever o Revenge Of The Fallen no IMAX ,e esperei uma drástica diferença em relação ao primeiro jogo da PSP, que mesmo não sendo um mau jogo, podia ser muito melhor. Então quando comecei a jogar, notei em uma drástica diferença sim, mas neste caso literalmente “drástica”…

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Quando iniciamos o jogo, temos a War Room, que é praticamente a cópia da War Room de PS3, mas terrivelmente mal-feita que até chega a dar vergonha. Existem quatro lugares disponíveis para cada lado, mas quando se começa o jogo só é permitido jogar no lado dos Autobots e em Shanghai. E só tem no início uma missão em Shanghai. Mas isso é óbvio, logo se começa a jogar a sério e chega-se ao final facilmente, correcto?

Errado, e já veremos porquê.

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A primeira missão é basicamente um tutorial com o Bumblebee.

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Antes e depois de cada missão, temos uma espécie de Chat entre os Autobots que nos resumem a missão. E quando começamos a jogar, a primeira coisa notavel é…

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QUE RAIOS DE GRÁFICOS SÃO ESTES?!

E os gráficos podem ser a primeira coisa notável, mas logo também se nota em outra… Neste primeiro nível de tutorial com o Bumblebee o Ratchet explica-nos tudo, menos como se transforma! Então fui ver ao manual de instrução e lá tinham os controlos do modo-veículo, do modo-robô, mas não se explicava como se transformava!

Só depois é que compreendi: Existem dois tipos de missões no jogo…

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… As de batalha, com o personagem que limita-se ao modo-robô, basicamente andando e disparando pelo caminho até ao fim dos mapas (Que verdade seja dita, são bastante regulares, resumindo-se a seguir em frente) e as de corrida, com o personagem que limita-se ao modo-veículo a correr sempre em frente em auto-estradas sem fim extremamente repetitivas.

Peraí!

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Está claramente escrito “TRANSFORMERS” na capa! Um jogo de transformers onde nem sequer é permitido transformar?

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Quer dizer, nas missões de batalha é permitido pressionar um botão que faz o personagem transformar-se em veículo e fazer uma espécie de combo que não pode ser controlado pelo jogador onde o veículo fica a rodar no centro do lugar que a pessoa escolheu para transformar para empurrar tudo para o lado sem o menor sentido, como se pode ver aqui… E é só.

WHAT

THE

HELL???!!!!

Mas ainda há mais porcaria, aguardem!

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A jogabilidade e terrível. Consiste basicamente em andar sempre em frente, disparar e soquear os oponentes, nada mais.

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Claro que existem alguns Power-Ups adquiríveis para melhorar um pouco, mas não muda em quase nada a porcaria, e isso torna o jogo ridículamente difícil.

E pronto, é basicamente isso Transformers: Revenge Of The Fallen para a PSP.

Sim, o jogo TODO resume-se no que eu acabei de escrever. Se duvidam de mim, façam download pela internet (Porque por mais que eu seja contra a pirataria, confiem em mim, não é merecedor de ser pago pra poder jogar) e verifiquem.

Transformers: Revenge of the Fallen Picture

Mesmo sendo uma óbvia porcaria, eu não considero a versão de PSP algo terrivelmente mau que merece um bombardeamento aos escritórios da Activision. Por mais que me custe dizer, o jogo não é de todo caca. Mesmo não valendo sequer 1% do preço na qual é vendido nas lojas, ainda acredito que valha a pena fazer Download, só por curiosidade. Mesmo assim está muito lonje de ser um bom jogo… Mas enfim, ao menos foi melhor que outras porcarias, tais como o Convoy no Nazo.

Nota final: 3/10

O TheRealEffingDeal.com têm a única filmagem em live-action do Ransack!

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FTJ, baby!

Quem foi aos cinemas ver (Ou sacar a partir da net) o filme do Revenge Of The Fallen, já deve ter entrado por curiosidade no The Real Effing Deale percebido que realmente existia, tal como o Giant Effing Robots (Site do Robo-Warrior) também existe.

Agora cá vai uma curiosidade: Alguém conhece o Ransack do Revenge Of The Fallen, aquele avião da segunda guerra mundial Scout Class que nunca apareceu no filme? poucos devem saber, mas era para aparecer segundo o primeiro pré-script que saíu na internet. Depois desse pré-script, muitas coisas mudaram, e a participação do Ransack foi elminada… Não de todo. Parece que alguém da produção aproveitou-se das sobras do CGI do Ransack e fêz um vídeo para o The Real Effing Deal onde ele mesmo aparece!

Sinceramente… Nunca mais compro aviões de RC telecomandados, até já vou parar de construír o que eu estava a montar na garagem! E se ainda saí de lá um Decepticon como esses…

Para ver o vídeo, basta ir aqui.

Os melhores Bayformers!

Pensei em esperar até ao filme de 2011 para fazer esta lista, mas a tentação era demais. O título do tópico diz tudo: Os melhores Bayformers até hoje!

E sem discucção, vamos começar!

 

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10- The Fallen

The Fallen poderia estar muito á frente na lista se não fosse pelo seu momento ridículo de hacking ás televisões. De qualquer modo, ainda coseguiu chegar a décimo.

Afinal, ele é um dos robôs mais espetaculares de sempre, tem uma aparência espetacular e é talvêz o Decepticon mais poderoso de sempre. A sério, a bio na caixa do brinquedo descreve o seu poder como “infinito” e não há como negar isso quando ele usa os seus poder super-hyper-dooper cools para destruír os tanques e veículos militares a atacarem.

É uma vergonha ele só ter ficado em décimo. Tinha potencial para muito mais, mas fica por aqui. Da próxima vêz, ele que não volte a fazer ameaças “Á la Power Rangers”! O Micheal Bay nem tem tanta culpa de ele não ter rpestado, quem tem são os fãns chatos…

 

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9- Ratchet

Cá vai uma enorme revelação: Adorei as cores dele Bayformers. A sério, não sei se eu penso isso porque o meu primeiro brinquedo transformável foi um avião verde lima, mas simplesmente não consigo deixar de gostar do Ratchet nessas cores. Tá certo, ele não faz grande coisa no filme, mas é espetacular na mesma.

Uma das coisas mais espantosas no personagem é que ele não precisa de armas para lutar…. Vão mesmo os instrumentos de operações e cirugias avançadas! Acredito que menhum outro Autobot médico-enfermeiro teria a coragem de lutar com os seus preciosos instrumentos de trabalho… E não quero saber os que os fãns pensam, adoro este Ratchet e entra para a lista por ser talvêz a melhor versão de um Autobot médico-enfermeiro !

E ele descobriu que o Sam queria “acasalar” com a Michaela! (Como se o Ratchet também não quizesse fazer o mesmo)…

 

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8- Dreadwing

Alguns vão se interrogar neste momento “What the hell? O Dreadwing não era apenas um brinquedo? Nem o vi no filme…”

Sim, ele não apareceu no filme, foi por isso que ninguém viu. Mas não apareceu só em brinquedos… Apareceu no jogo, nas comics e no jogo de Battle Cards! Portanto podemos dizer que, de certa forma, fora do filme o Dreadwing foi um personagem popular o surficiente para entrar na lista. E ele está aqui porque é na verdade uma recreacção do Starscream G1!

Não é piada! Veremos: Transforma-se em um F-15, tal como o Starscream de G1, têm um modo-robô altinho com o cockpit no peito e duas torres ao pé dos ombros (Não dá para ver as torres na imagem, mas dá para notar perfeitamente no brinquedo), tal como o Starscream de G1 e é um Decepticon rabugento traídor que quer tomar o controlo da liderança Decepticon, tal como o Starscream de G1. E na BD Reign Of Starscream #5, Dreadwing é morto por Starscream ao tentar assumir a liderança. Coitado…

 Mas mesmo assim ainda consegue ser o melhor drone do jogo!

 

sideswipe rotf robot mode

7- Sideswipe

Defacto ele teve muito pouco tempo no ecrã no Revenge Of The Fallen. Necessitava? Não! Ele já foi um Autobot tão espetacular nas cenas que apareceu que não precisava de mais menhuma!

E ele tem espadas no braço, além de ter dado origem a um dos mais espetaculares brinquedos do Revenge Of The Fallen! Sideswipe rocks, e não necessito de indicar mais menhum motivo que justifique a minha afirmação!

 

Blackout-transformers

6- Blackout

Blackout já esteve em outra antiga lista minha por ser o Decepticon helicópetro mais expantoso de sempre. Se algum dia fizessem um Jason Voohrees VS Blakcout ia gostar muito de ver!

Quanto ao facto de ele ser assustador, vamos imaginar o seguinte: Um grupo de militares  estão na boa na base, simplesmente com o objectivo de descansarem e relaxarem, pois estão no meio do deserto onde obviamente não há atentados terroristas por perto e o Bin Laden não se intressa no lugar porque é lonje demais para acessar. Enquanto os soldados estão a curtir a vida boa, um helicópetro aparentemente hóstil é escortado para a base. Enquanto está a ser escortado, uma das pessoas da torre de controlo descobre que aquele helicópetro tinha sido destruído há dois dias atrás, o que faz os soldados cagarem-se de medo e acreditarem que o helicópetro voltou dos mortos. Mas quando o helicópetro aterra na base, é logo cercado por militares e veículos militares. Um helicópetro inimigo cercado por militares e veículos militares não tem chance de escapar, certo? Errado. O helicópetro então transforma-se em robô e estraga a aparentemente tão boa vida dos soldados, matando-os a todos e só deixa alguns escapar, que são cruelmente massacrados pela sua mascote na cena seguinte.

Foi isso que Blackout fêz. Infelizmente acabou morto no final do filme, e mais infelizmente ainda teve uma reencarnação ridícula como Grindor no Revenge Of The Fallen que não durou muito mais que dez segundos e literalmente teve a cabeça desfeita. Mas mesmo com estas crueldades que lhe fizeram, ele sempre terá um lugar especial no meu coração…

 

ironhide

5- Ironhide

Isto prova como eu sou simpático com os fãns, se não fosse por eles garanto que eu não ia incluír o Ironhide na lista. Sim senhor, seus chatos do Fórum da ATB, estou-vos a fazer um favorzão e nem me respeitam?! E estou muito certo que muitos do ATB estão a ler isto…

No primeiro filme nunca cheguei a gostar muito do Ironhide. Para mim ele era simplesmente o tipo de gajo com aspecto “Ah, eu acabo com os Deceptacreeps na boa, olhem para os meus canhões!”, mas na verdade era apenas um fala-barato que não matou ninguém no filme e só deu uns dois ou três tiros contra o Brawl.

Aí veio o Revenge Of The Fallen… Awesome! Provou que Ironhide realmente era awesome!

 

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4- Os gémeos Skids & Mudflap

Ok, agora com certêza vem aí uma pessoa armada á 50 Cent dizer:

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Ao que eu dou a minha resposta:

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Sinceramente, se estiverem á procura de acusar um robô Bayformer por racismo, existe um perfeito:

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Não podem  negar isso. Se um robô que entra em cena a dizer “Yo, como vão, cabras? Este parece ser um bom lugar para curtir!” é  mais racista do que dois simples e simpáticos jovens rappers robóticos, acho que preciso de rever muitos conceitos.

Aliás, quem pensa que os gémeos são racistas é que está a ser racista. Quem disse que todos os rappers eram pretos? Rappers é apenas um estilo de vida “radicalzinho”, como os “surfers” e os “roqueiros”, e não é preciso ser preto para ser rapper. Aliás, tirando o 50 Cent, quantos mais poucos rappers pretos existem? Podem fazer as contas e garanto que são menos que os brancos, acreditem em mim. Isto é um bom exemplo de racismo: Uma pessoa que pensa que os rappers são todos pretos.

E claro, robôs rappers são uma nova e espetacular ideia no Universo Transformers! Parabéns, Bay! Ficaram geniais!

 

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3- Wheelie

Quando soube que o Wheelie ia participar no filme, nunca achei que ele fosse prestar. Mas, para minha grande surpresa, ele foi o Bayformer mais engraçado de sempre!

Ok, tal como fêz o tipo armado á 50 cent, agora vem a velhinha dizer:

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Ao que eu digo que o filme tinha escrito a letras claras +13, portanto é tudo culpa sua de ter levado os seus netinh0s, senhora!

 

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2- Demolishor

Tal como aconteceu com o gajo armado á 50 cent  e com a velhinha, também vem aqui o nerd gordo reclamar:

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Feio para alguns, acreditem ou não, eu adoro a aparência dele. Sei lá porquê, acho que já estou cansado dos “homens de metal”.

 

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1- Bumblebee

Bumblebee é o personagem mais carimsático dos Bayformers, e acho que não necessito de explicar nada, certo?

E os Bayformers mais espetaculares de sempre são…

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Optimus Prime e Megatron

É a mesma coisa que o Bumblebee: Não necessito sequer de explicar porquê. E assim termina a minha lista, e se não concordam com alguma coisa que eu disse, quero lá eu saber, a lista é minha e eu é que mando nela!

Aliás, 0 blog tem andado tão Bayformers ultimamente… No próximo post eu posto algo não-bayformers, juro!