Análise do jogo Transformers: Dark of the Moon

… Sim, o jogo saíu mais cedo do que o filme (Algo que curiosamente não foi o caso do jogo dos outros 2 filmes anteriores) e embora tenha sido com alguma dúvida, acabei por comprar para poder dar umas boas jogadas e ver se prestava antes de ir ver o filme.

Com alguma dúvida simplesmente porque desde a altura em que as primeiras imagens e vídeos começaram a ser divulgados que as minhas expectativas se vieram a manter acima de baixos. Com algo que aparentava ter gráficos de PS1 e a acção mais aborrecente de sempre em um jogo de Transformers… É de espantar que a High Moon Studios tenha feito este jogo!

Por isso mesmo a minha dúvida se valia a pena comprar esta coisa. E após ponderar um pouco, e visto que na altura que comprei estava a 2 dias de distância da estreia (O que significa que até podia valer a pena comprar) decidi comprar. Afinal, se for uma porcaria, pelo menos ainda posso servir de aviso para os outros neste post.

Mas bem, será que valeu a pena a compra? Veremos a seguir…

Pra começar, a história deste jogo tem uma diferença da história de qualquer outro dos jogos dos filmes. Em vêz de ser inspirada directamente na história do filme, aqui é na verdade, uma prequela do filme. A história do jogo ocorre ao longo de 7 capítulos:

A primeira missão é com o Bumblebee algures na Rússia, começando em uma vila soviética abandonada e em seguida partindo por entre montanhas e pontes partidas até uma central elétrica no topo da montanha, onde o jogador acaba por convinientemente deparar-se com uma emboscada de Decepticons e ter que lutar o caminho todo de volta até á vila, onde encontra Optimus e Sideswipe e consecutivamente aparecem mais Decepticons para concluír a missão. Não só a inicial, como também a mais aborrecente do jogo, na minha opinião.

Na segunda missão, joga-se com Ironhide. Detroit é invadida por Decepticons e é a função do nosso Pickup negro favorito limpar as ruas de Detroit com montes de armamento pesado, claro, deixando pelo caminho, tal como o Prime diz, alguns “danos colaterais”. Embora não muito dinâmica, é uma missão divertida, afinal poucas coisas são tão fixes como matar robôs gigantes com armas capazes de fazerem inveja ao Rambo! No final deparamo-nos com Mixmaster (Que de alguma maneira sobreviveu a ser cortado ao meio pelo Jetfire no ROTF) e ocorre uma intensa “batalha de chefe”.

Na terceira missão o personagem jogável (E o primeiro novo personagem no jogo) é o Mirage, onde começa com uma curta e calma sequência de conduzir por alta velocidade á noite por uma auto-estrada abandonada em montanhas da América central, que é interrompida por um ataque de Starscream e em seguida de muitos outros Decepticons. Após ter que atravessar um breve tiroteio, Mirage é atacado por Starscream e como resultado fica com ambas as suas armas e a sua capacidade de transformar-se em offline, passando a ter que confiar apenas nas suas capacidades de melee e usar a sua abilidade de cloaking (Ficar invisível por alguns segundos) para ter que atravessar os diversos Decepticons pelo caminho até conseguir recuperar o seu armamento e poder voltar a transformar-se. Á medida que vamos prosseguindo pela missão, aprecebemo-nos que se passa na verdade em um templo maia que na verdade foi construído sobre uma base de lancamento de uma nave Decepticon e acaba com Starscream a activá-la com sucesso. Não é lá muito criativo, mas certamente é uma missão intressante.

Ao chegar á quarta missão o jogador passa automaticamente para o lado dos Decepticons e controla Soundwave, onde chega á terra e assume a forma de uma pickup (O que aparentemente muda mais tarde no filme). Soundwave começa a explorar a ilha, com instalações que supostamente pretencem a um “ex-Sector-7” e após andar um pouco e matar alguns Autobots que surgem pelo caminho, descobre-se que existe uma antiga base do Sector 7 debaixo de um vulcão da ilha, que supostamente ainda é ocupada e operada pela NEST e pelos Autobots para fazer expriências militares. Vem aqui a melhor parte da missão: Soundwave envia Lazerbeak para o interior da base (E sim, o Lazerbeak também é controlado pelo jogador) e age furtivamente para chegar aos bancos de informação da NEST e poder preparar a entrada para o Soundwave, que destroí o resto da base e claro, como em qualquer ilha com uma base em baixo de um vulcão, acaba por activar uma erupeção que subremege a base de lava e destrói tudo, apenas escapando Soundwave e o Lazerbeak. Na minha opinião, a melhor missão do jogo.

Na quinta missão jogamos com Strarscream, que invade uma base Autobot no Nepal para obter algumas armas de MechTech. Começamos por matar alguns Autobots no chão e depois presseguimos o Air Raid por entre alguns vales cheios de neve até chegarmos a uma pista de lançamento onde aparece Stratosphere que levanta voo com o resto de carregamento de armas MechTech. Enfrentam-se alguns Autobots no ar e em seguida ataca-se Stratosphere, entra-se no seu interior, destrói com a MechTech e explode-se com o Stratosphere, acabando assim a missão. Provavelmente a mais curta do jogo, mas divertida.

A sexta missão, e acho eu, a mais longa, é jogada com Megatron na Sibéria, onde a sua base “secreta”  é atacada pelos Autobots. Após enfrentar um monte de Autobots pelo caminho de saír da base, Megatron decide escanear um camião e sai pelos túneis da base a matar Autobots e humanos, até deparar-se com Optimus Prime, onde dá em uma enorme luta onde obviamente Megatron consegue a vantagem e ganha.

Na sétima e última missão, volta-se ao lado dos Autobots e joga-se com Optimus Prime, ainda magoado de andar á porrada com o Megatron. O Optimus vai parar a uma espécie de “frigorifico” na base onde encontra ninguém menos que Shockwave descongelado e descobre que o plano do Megatron (Sempre há um plano!) era na verdade manter o Shockwave ali para poder reactivá-lo e  vê-lo a dar porrada nos Autobots. Optimus obviamente tenta impedir a sua reanimação, mas como se ele fosse bem sucedido o jogo ia acabar sem uma batalha final, o Shockwave é reactivado e há outro enorme combate entre o Shockwave e o Prime, que acaba com o Shockwave derrotado e a fugir (Senão caso contrário ele não iria aparecer no DOTM).

Só há essas 7 missões e mesmo no geral até sendo longas, a campanha completa-se rapidamente e sem muito esforço. A história não é lá nada de muito espetacular, mas sendo uma prequela, funciona bem para preparar para os eventos do DOTM. No fim, está bem colocada e serve para ajustar as espectativas para o TF3. Para quem ainda não viu o filme, vale a pena dar uma jogada antes na campanha.

Os gráficos… Bem, variam.

Os robôs em si estão extremamente detalhados, provavelmente os Transformers melhor reproduzidos até agora do que em qualquer outro jogo. O movimento dos personagens e das peças é espetacular, e cada simples frame de animação está perfeito, até os dos inimigos. Nota-se que os personagens foram bastante bem feitos.

Já por outro lado quanto aos cenários… Direi que depende muito. A maioria é, no minimo, decente, mas em certas missões, como por exemplo na primeira do Bumblebee, dá para compreender que no geral têm as suas fraquezas quando comparados aos jogos de hoje em dia. Não TÃO fracos como aparentavam ser pelos vídeos e imagens divulgadas inicialmente, mas estão longe de encantar como outros. Não são terríveis, mas também não estão perto de serem “bons”.

Quanto á jogabilidade, no geral é a mesma que a do War for Cybertron com algumas modificações. quando em modo robô, funciona muito bem. Os controlos respondem perfeitamente e a sensação de estar a controlar um robô gigante está bem simulada e também o facto de passarem a haver munições infinitas ajuda a melhorar a acção do jogo. Lembram-se de como era estar a divertir-se no War for Cybertron a matar montes de Decepticons e de repente ficar sem balas na arma e ter que voltar um quilometro atrás só para apanhar a caixa de munições? Pois bem, agora tudo é mais simples!

Quanto ao modo veículo (E caso se perguntem, sim, ainda se pode transformar a qualquer momento que desejar), agora temos um “novo” modo, o Stealth Force. É basicamente a mesma coisa que disparar em modo veículo no War for Cybertron, só que agora com melhor armamento e melhor defesa contra os inimigos. Não chega a ser espetacular, mas é efectivo o surficiente para dar jeito em momentos cruciais na luta. O jogador sempre pode activar o clássico modo de condução (Ou pilotagem, se o jogador tiver a controlar um avião), mas o Stealth Force, mesmo não sendo algo necessariamente novo, ainda é uma boa opção para o combate.

Tal como eu relatei no começo, a campanha, embora curta, é bastante variada em termos de missões e com algum tempo livre faz-se na boa em um dia. O problema é que depois de acabar a história… Não sobra nada a não ser o multiplayer.

E quanto ao multiplayer? Segue o mesmo esquema que o War for Cybertron, ou seja, um Call of Duty com robôs gigantes. As classes, as killstreaks e até os menus são praticamente os mesmos que os do War for Cybertron, a única coisa que muda são os personagens e os mapas. Embora por um lado seja basicamente o WFC na Terra, por outro lado é bastante divertido  e continua a ser um bom multiplayer. Não é nada de extremamente viciante como em alguns jogos de hoje em dia, mas é bom o surficiente para fazer o jogador voltar mais algumas vezes. Ao menos poder personalizar as nossa próprias cores em personagens do filme nunca perde a graça.

Por falar em personagens, o multiplayer também dá acesso a alguns outros que não estão disponíveis na camnpanha, como o Ratchet, o Shockwave e o Warpath. E sim, há um Warpath neste jogo, o que prova que mais uma vêz a High Moon Studios foi boa e lembrou-se dos fãs!

E também há a rara vantagem dos troféus/achievements serem muito mais simples de obter. É sempre bom ter um jogo que não precise de levar dois meses e meio só pra chegar a 50% da Platina.

Antes de jogar, já me estava a arrepender de sequer comprar. Achei que fosse terrível, que fosse o pior jogo de Transformers desde o “Comvoy” No Nazo…  E para minha surpresa, enganei-me.

Só me disse que enganei, não disse que era nenhuma maravilha.

A campanha é curta mas divertida, e o multiplayer, embora não seja dos mais viciantes que já joguei, é divertido na mesma. Portanto mesmo com bastantes detalhes técnicos, dada todas as componentes juntas é um bom jogo e se o jogador for um fã certamente é uma boa aquisição – Porém, outros jogadores mais rigorosos podem não considerar assim tão intressante. Podia ter alguns detalhes melhor “reparados”, mas dado que os criadores do jogo tiveram apenas 1 ano (Senão até menos) para fazer este jogo o resultado é um jogo curto mas divertido e que certamente têm as suas qualidades. Vale a pena jogar antes de ver o filme… Bem, mesmo que agora já seja um pouco tarde para isso.

Nota: 7/10

E no próximo post que vier… Obviamente, análise do filme em si!

Transformers: The Game

AKA “Grand Theft Autobot: Tranquility City”, como dou a entender pela montagem ao lado que eu me diverti a fazer.

Agora, se vocês acompanharam o blog ultimamente devem estar mais ou menos “Mas que… Henrique, seu desgraçado, tu prometeste no post anterior continuar a falar da tua viajem a LA! Nhá nhá nhá, vou falar mal nos comentários, não volto a visitar mais o blog e vou xingar muito no Twitter!” mas pelamordedeus, eu bem gostava estar neste momento a falar sobre a minha viajem a LA, a contar todos os mínimos detalhes e a revisionar as minhas aquizições por lá como se fossem a 8ª maravilha do século… Se o meu computador onde eu tinha todas as imagens e vídeos e onde eu passava as fotos não tivesse de vêz dado o litro, e devido a fazer download da demo deste mesmo jogo no Baixaki (Só naquele sentido de poder ter uma versão para PC também, entendem…) o próprio Baixaki enganou-me e o Download era na verdade um monte de trojans, spywares e vírus maliciosos que me lixaram o meu perfil de utilizador e em pouco tempo o resto do computador.

O pior é que isso já tinha acontecido há não muito tempo, tempo esse em que desde lá eu tenho aguentado com o PC… Só foi ao voltar de LA e ao ligar o PC que os malditos vírus simplesmente apagaram rigorosamente tudo do PC (Não que eu tivesse lá muita coisa importante, mas enfim…) e fiquei sem lugar para poder passar as fotos ou escrever o post com mais calma. Bem que posso agradeçer aos vírus, afinal aquele PC era uma m… -Mas bem, conclusão, quinta-feira vou comprar um PC novo e enquanto isso fico com o portátil do meu pai, que mesmo que possa não ser apropriado para escrever um mega-texto ou passar para lá as fotos todas possíveis ao menos ainda serve para escrever este pequeno post.

Mas porquê falar deste jogo nesta época? Bom, eu tenho passado estes dias a jogar o melhor jogo de Transformers de sempre- Tal como eu escrevi há uns posts atrás, o tão-falado War for Cybertron- Mas mesmo assim em um certo momento senti algo que eu definitivamente não devia sentir só com 13 anos: Nostalgia. Por um breve momento deram-me algumas saudades de jogar o jogo do primeiro filme dos Transformers, mas como o Download da suposta “demo” deu m… Eu decidi ir buscar o disco do jogo para a Playstation 3 e meter-me a jogar!

Isto é, se não tivesse acontecido a Lei de Murphy… O típico quando se têm um jogo que se quer jogar há um bom tempo por pura nostalgia… Não encontrei o jogo! Agora, claro que não perdi, bem sei que como normal o jogo vai voltar a apareçer daqui a uma semana após eu ter escrito este post, quando eu já não tiver nenhuma vontade de jogar… E além de mais nem tive problemas com isso, visto que eu também tinha a versão da Playstation 2. Bom, os gráficos podiam não ser tão bons como na PS3, mas ao menos o que importa é que ainda se joga, e isso é melhor que nada!

… Ou supostamente deveria jogar, até que ao inserir o maldito disco do jogo eu descobri que o resultado de ter jogado este jogo tantas e tantas vezes era o disco praticamente todo riscado, ou seja: O jogo simplesmente não conseguia chegar sequer ao menu! Aliás, nem conseguia chegar sequer ao clipe de introdução ou aos logotipos no começo!

Aborrecido, decidi começar a escrever este post como remorso… E a lamentar-me das boas memórias que este jogo deu-me durante tanto tempo que eu não vou voltar a jogar e…

Hã?

O que é isto?

AHHHH, O DISCO ESTÁ A FUNCIONAR!!! Finalmente vou PODER JOGAR E RELEMBRAR DE NOVO O JOGO e voltar á minha “infância” de há 4 aninhos atrás e dizer ao mundo o tão bom que é esta obra prima!

Porque sim, vou contar agora um pequeno facto sobre mim que ninguém quer saber ou sequer se importa mas que por pura vontade vou contar na mesma: Hoje em dia posso deixar a modestia á parte e e dizer que conheço parcialmente bem o universo dos nossos robôs Cybertronianos. Já vi bastantes episódeos das sérias anteriores, já li e reli bastantes coisas sobre a saga, tenho uma colecção, no mínimo, bastante variada dos robôs, cheguei inclusive a ler bastantes BDs da série e ainda revi tanto o filme original de 86 como os filmes do Bay, muito provavelmente, umas 50 a 100 vezes cada um. Mas mesmo assim há 4 anos, após ver o filme dos Transformers de 2007, época em que eu me tornei um “verdadeiro” fã eu não estava nem perto de ter um conhecimento assim tão vasto da série. Conhecia bem o surficiente os personagens do filme (Bom, embora ás vezes eu ainda trocasse o nome de alguns de vêz em quando), tinha apenas os legends Megatron e Ratchet e os deluxes Brawl e Bumblebee na colecção- Além daquele tanque pirateado que faz barulhinhos irritantes-, começei a escrever o meu próprio blog sobre Transformers na altura (Pasmem… É o blog que estão a ler agora!) e já tinha visto 1 ou 2 episódeos da G1 no Youtube… Mas tirando isso não tinha mais nenhuma fonte de conhecimento dos Transformers. Mais nenhuma tirando este jogo, que só me traz boas memórias de 2007 de mim a jogar! A questão é… Serão essas memórias apenas pura nostalgia da época ou há algo mais de impressionante neste jogo? Agora sim, após uns bons parágrafos falarei REALMENTE do jogo em si!

O jogo, como obivamente segue a história do filme de 2007, é no geral praticamente a mesma, com uma diferença ou outra pelo meio, mas nada de drástico. A única grande diferença é obviamente no final de cada campanha, que tanto pode ser os Autobots a comemorarem como o Optimus a ser cortado ao meio pelo Megatron e em seguida os Decepticons como “reis do mundo” fazendo pose de maus. E sim, é possível escolher campanhas, o que é um dos grandes destaques do jogo… Mas agora, um detalhe importante, como é que ocorre a acçãodo jogo?

Então, é isso mesmo que justifica a montagem que eu fiz lá no começo do post: É ao estilo de Sanbox, tal como no GTA! Ou seja, o jogador têm um vasto mapa ao seu dispôr, vai andando (Ou conduzindo/pilotando também serve) de ponto em ponto para fazer missões e sub-missões e se quizer pode simplesmente ignorar isso e saír por aí a causar pânico e a fazer destruição.

Tá, ok, não é assim TÃO á GTA onde tudo se passa em um mapa ENORME, na verdade aqui existem diversos mapas, que embora possam não ser tão grandes como San Andreas, Liberty City ou Vice City (Na verdade os mapas do jogo consistem apenas de Tranquility- A cidade onde vive o Sam-, uma Downtown semelhante a Nova Iorque misturada com LA, o interior do Sector 7 e algumas bases militares), ainda são grandes o surficiente para originarem uma boa expriência Sandbox.

Os gráficos… Bem, na altura eu fiquei simplesmente de queixo. Já joguei MUITOS  jogos de PS2, e mesmo assim devo dizer que os gráficos deste aqui batem bastantes dos que eu já joguei. Claro, não são nenhuma revolução na indústria, mas para uma PS2 na maioria dos momentos não é nada mau! E ainda mais para PS3!

Os ambientes do jogo também estão bem construídos. Os bairros e prédios das cidades estão bem organizados, tanto que podemos ver os humanos nas suas vidinhas a passearem pela cidade e a conduzirem pelas ruas, as frotas de veículos militares a andarem de base em base pelo Qatar, os aviões a voarem por cima do aeroporto das bases militares, etc. Mas o mais importante nos cenários é de lonje a destructibilidade- Vou admitir que NUNCA vi um jogo na vida que desse tantas possibilidades para devastar o seu próprio cenário. Cada milímetro cúbico dos prédios ou dos objectos espalhados pelo cenário podem ser devastados completamente. O jogador pode transformar um calmo bairro em um cenário que mais pareçe saído da Guerra dos Mundos! Não dá para descrever, as opções de maneiras para arrazar totalmente os cenários são tantas que realmente só mesmo jogando é que se entende!

Ou seja: Graficamente não se podia exigir mais. Mas não nos esqueceremos da regra… Não são bons gráficos que fazem um bom jogo. Então veremos o que mais este jogo têm além de gráficos…

A jogabilidade… Bem… É bastante dividida, se assim poderemos dizer.

Quando se trata da jogabilidade como robô, é simplesmente ótima. Os controlos para a mira e para disparar estão bem aplicados, o sistema de auto-lock nunca chega a provocar confusão e diga-se de passagem, os melees são literalmente estoirantes. É “super fun” ir espancando os drones genéricos enquanto a câmara entra em slow motion e vê-se o nosso personagem a brutalizar as criaturas enquanto explodem em pedaços que realmente voam e espalham-se pelo cenário!

E claro, o jogador sempre se pode transformar a qualquer momento, o que sempre é um ponto positivo, algo que depois (Ou neste caso antes) do que alguns dos jogos da saga nos fizeram sempre é bom relembrar.

Por outro lado, infelizmente os controlos dos veículos terrestres são horríveis, simplesmente pela péssima desvantagem que são extremamente duros. O jogador em menhum momento se sente a controlar um carro ou um camião, o sentimento é sempre mais de que está a conduzir um bloco gigante com rodas que desliza facilmente e vira dificilmente, estando sempre a ir contra os objectos no caminho. Claro, isso é perdoado nos veículos aéreos que são facilmente pilotáveis (E ainda assim divertidos, especialmente quando se usa o turbo… Wow…) mas como na maioria das vezes o jogador vai usar veículos terrestres é um facto extremamente irritante. Claro que não chega a ser nada assim de tão prejudicial quando o jogador apanha a técnica, mas mesmo assim ainda consegue ser bastante irritante.

Por falar nisso, no jogo os personagens jogáveis são… Bem, basicamente para os Autobots o Optimus, o Bumblebee, o Ironhide, o Jazz e para os Decepticons o Megatron, o Starscream, o Blackout, o Barricade e o Scorponok. Uma boa selecção de personagens, embora definitivamente não custasse nada pôr o Ratchet nos Autobots só para equilibrar um pouco as coisas.

 Agora cá vai o promenor que pode ser o que realmente é o mais prejudicial para o jogo: As missões no começo do jogo chegam a ser bastante divertidas, mas após algum tempo de jogar ficam simplesmente massadoras. Normalmente consistem em ir para aquela rua qualquer antes do tempo acabar, enfrentar um monte de drones, ir depois para a praça tal antes que o tempo acabe, enfrentar mais um monte de drones, ir de novo o mais rápido possível para outra zona qualquer, enfrentar um drone mais poderoso do que os outros… E acaba a missão.

Ou bom, na maioria das vezes é isso, outras vezes é simplesmente enfrentar um monte de inimigos em uma certa área, defender um aliado ou enfrentar um chefe, mas no geral não varia lá muito. Ou seja, bem… Não que haja muitas missões, apenas existem 18 por cada campanha (Se contarmos com a batalha final e com as missões bónus em Cybertron) e que passam num instante, mas mesmo assim não deixa de ser repetitivo, o que realmente é um tanto desapontante.

Finalmente, falando da trilha sonora de background: Nada de impressionante, mas bom, ainda fica ao menos na cabeça por um bom tempo. Eu ainda me recordo da música de fundo das primeiras missões dos Autobots…

Boas memórias…

Não vou negar, muitos dos defeitos deste jogo, pelo menos para mim, foram simplesmente ocultados pelas boas memórias que me trouxe e que eu “desabafei” lá para o começo do post. Agora quase meia década depois de ser lançado é que entendi que tem defacto alguns bons errinhos grosseiros. Mas apezar disso em 2007 eu ainda me “divertia pacas” com este jogo, e hoje, mesmo tendo os seus óbvios erros, bem…

… Admito que aindo me “divirto pacas”. Digo, é um jogo de Sandbox com robôs gigantes onde uma pessoa pode transformar uma mera cidade em um holocausto nuclear, o que importam as missões?

Nota final: 7/10

Ou seja, se algum leitor é um fã do filme de 2007 e ainda não têm este jogo, então definitvamente recomendo-o. Por outro lado, outro tipo de fãns poderão não gostar tanto, logo aconselho dar apenas uma olhada só por curiosidade.

Transformers: War for Cybertron (PS3)

Os que acompanham o blog bem podem testemunhar, desde o início deste ano que eu tenho ficado obcecado com a estreia do jogo. War for Cybertron é, sem via das dúvidas, o jogo que eu tenho esperado mais até ao momento. Claro, este ano vai ser um ano forte em jogos, mas mesmo com Star Wars: Force Unleashed II, Killzone 3, Call of Duty: Black Ops e muitos outros jogos que eu também tenho aguardado bastante, menhum pareceu bater a ansiedade de War for Cybertron. E finalmente, junto com um bonequinho exclusivo do Starscream (Na qual eu falei há 2 posts atrás) eu recebi o jogo em mãos, tendo a passar os meus últimos dias por Cybertron.

E então, será que o jogo é tudo o que eu e os outros fãns realmente esperávamos? Será finalmente aquele jogo da franquia que tanto esperámos? Ou é apenas uma grande desilusão que nos fará perguntar o que raios passou pela cabeça da Activision quando formou este produto? Ou será apenas um produto mediano que não passa de “mais um” na saga?

“The thruth is out there“… Ou também nos próximos parágrafos!  Leremos e desvendaremos o mistério…

Tal como o nome já leva a entender, o jogo decorre em Cybertron, acompanhando os primeiros momentos do grande conflito entre os Autobots e os Decepticons, mostrando coisas importantes como o primeiro encontro entre Optimus e Bumblebee, o nascimento da rivalidade entre Starscream e Megatron e até o momento em que Optimus finalmente torna-se O Optimus PRIME! Ou seja, mesmo não sendo um jogo que acompanha exactamente o começo de toda a batalha, ainda demonstra bastante sobre os primeiros passos da mesma.

A apresentação da história é exelente, existem bastantas cutscenes e diálogos entre os personagens durante o jogo em si e é irresistível não assistir a todas as introduções de cada missão. Até os pequenos vídeos entre a maioria dos checkpoints ou as falas dos personagens uns com os outros durante a acção são exelentes, expressando bastante originalidade e por muitas vezes situações impressionantes que não funcionariam sem o diverso “blá blá blá” dos momentos.

Quanto aos gráficos, têm os seus pontos altos e baixos. A construção das missões é bastante aceitável, tendo cenários com um ótimo nível de detalhamento. Os robôs também são bemconstruídos, tendo detalhamento também o surficiente para embasbacar a maioria dos jogadores- Confiem em mim, as transformações são fantásticas! O ponto baixo é que ás vezes o texturamento dos gráficos demora bastante a carregar (Ou pelo menos na versão de PS3) e ás vezes costuma acontecer em algumas cutscenes que supostamente deveriam ser estoirantes não carregarem bem, e acabar com uma péssima definição gráfica dos personagens que embora seja em curtos momentos de tempo, chega a estragar um pouco o ambiente da acção do jogo.

Transformers: War for Cybertron Picture

A jogabildiade, indiferente de qualquer outro jogo da saga, é um 3rd person shooter. E não me refiro a um 3rd person shooter como alguns consideram outros jogos da franquia, refirmo-me a um 3rd person shooter Á SÉRIA, com armas que possam ser apanhadas pelo caminho, reloads, munições limitadas e uma acção frenética. Confiem em mim, é espetacular estar atrás do gatilho (Ainda pra mais com armas automáticas, essas são espetaculares) e encher os inimgos de balas. É algo como a sensação de Gears of War, de encher os inimigos de balas até observar a sua eventual derrota, só que com os robôs que tanto adoramos!

Apezar de que, eu devo admitir, mesmo que as munições limitadas incluam algum realismo no jogo, normalmente isso pode ser bastante chato. Tal como eu disse acima, a acção é estoirante, e confiem em mim: Nada é mais irritante do que estar a ownar os inimigos com uma minigun em um momento de awesomeness total, a vê-los explodirem em pedaços 1 por 1 e de repente, no meio de tantos “awesomes”, acabam as munições do jogador, forçando-se assim a procurar pelo mapa mais unições enquanto toda a acção, explosão e batalha ocorre nas costas do jogador. Mas de resto nem chega a ser algo REALMENTE incomodante, logo esse é um detalhe que pode ser facilmente passado em branco após o jogador ir apanhando pouco a pouco as técnicas par aguardar munições.

O jogador também pode transformar-se em 98% dos momentos do jogo (Sendo os 2% restantes em raríssimas áreas baixas ou apertadas onde realmetne não é possível ocorrer uma transformação pela falta de espaço, tal como também em alguns outros jogos da saga) e verdade seja dita, o jogador vai passar bastante tempo a transformar-se durante o jogo. As armas também variam do modo veículo para o modo robô, e isso sem contar que se o modo veículo for algum carro ou veículo pesado o jogador pode simplesmenteir atropelando os adversários que encontrar pelo caminho, tal como também pode entrar em hoover mode “planar”- Mais ou menos como o Delorean- O que é realmente uma adição verdadeiramente intressante. Obviamente, como em qualquer jogo de Transformers, também existem jatos, e verdade seja dita, voar com eles é de lonje uma das cosias mais espetaculares no jogo. A segunda missão Decepticon fala por si…

Transformers: War for Cybertron Picture

Além do modo de campanha, também existe um modo de campanha coperativa, onde são as mesmas missões da campanha normal MAS jogadas online em equipas de jogadores, modo esse que eu ainda não testei… Mas por outro lado já testei grande parte do multiplayer.

E como é o multiplayer? Certamente um dos principais pontos fortes do jogo.

Bem, no geral o modo online é basicamente um Call of Duty com robôs gigantes, com armas e perks que se desbloqueiam, killstreak rewards. etc. Dá pra o jogador desenvolver o seu próprio (Ou os seous próprios) personagens podendo escolher entre diversas classes, entre os mais variados estilos de robôs e veículos, defenir as suas armas e “power ups” e até personalizar as cores dos personagens! Claro, não esperem que o multiplayer seja a mesma coisa que as campanhas, onde por cada jogo matam-se 100 personagens de uma vêz- Aqui compete-se contra jogadores obviamente reais, e quando se começa a jogar online pelas primeiras vezes excusado será dizer que jgoos cheios de mortes consequentes são bastante previsíveis- Mas não se preocupem, após se evoluir os personagens do jogador e ir ganhando mais prática, as coisas melhoram! Logo, não se deixem abater pelos primeiros jogos de apenas 2 ou 3 inimigos mortos e 20 vezes destruído pelos oponentes, é apenas o começo… E confiem em mim, após se saber as armas certas e os momentos certos o multiplayer torna-se extremamente fácil, e posso garantir isso em algumas horinhas de prática.

E sim, falo por expriência própria- Não que eu seja um mega-pro com personagens de ranks super evoluídos e com “gandas” abilidades, verdade seja dita, até agora só tenho um cientista e um soldado a nível 2 e um tanker e um líder a nível 3, mas acreditem ou não com as minhas arminhas podres e com os meus poucos power ups, já derrotei a maioria dos pros de níveis quatro ou cinco vezes superiores.

E finalmente existe o modo online de Escalation, que também é online e é praticamente um jogo de survival, onde os diversos jogadores que se juntam vão enfrentando diversas waves de inimigos absurdas, competindo entre si por maiores resultados e mesmo assim no fundo apenas jogando com o sonho de qualquer dia chegarem ao final o mais desesperadamente possível. É certamente um dos modos mais divertidos do jogo!

Transformers: War for Cybertron Picture

War for Cybertron pode não ser menhuma revolução extrema na indústria dos videojogos actuais, ou nem menhum daqueles masterpieces que será lembrado para sempre no wall dos “melhores jogos da humanidade”, mas com certêza é uma revolução extrema quando se trata de jogos de Transformers, sendo de lonje o melhor feito até hoje. Claro, têm algumas falhas, mas comparadas ás falhas de outros jogos da saga, este é sem dúvida o melhor jogo já produzido em toda a franquia.

Nota final: 9/10

Concluíndo, também aconselho sem via das dúvidas o DLC recentemente lançado. Com o monte de coisas que eu deveria postar, não posso garantir uma análise do pack em si, mas porém posso já dizer agora que é espetacular, comprei logo no dia seguinte após jogar o jogo pela primeira vêz e devo admitir, jogar com o Shockwave não tem preço!

War for Cybertron Nintendo DS: Autobots (Análise)

Sim senhor, calhou-me a sorte grande e hoje ao chegar aos correios- Advinhem- Estava o War for Cybertron, Autobots para a Nintendo DS á minha espera! Aparentemente a versão Decepticons está ainda a caminho, logo o melhor a fazer é aproveitar o que já chegou (O War for Cybertron não foi o único jogo que me chegou pelo correio hoje, também chegou o Grand Theft Auto: Chinatown Wars para a PSP- Horray! Finalmente completei a minha colecção de GTA inteira!), e assim, tal como prometido, decidi escrever logo uma análise para o blog deste jogo que eu tanto esperei.

Digo, claro que o que eu TANTO TANTO TANTO esperei é a versão de PS3, que tal como eu falei no post anterior já está a caminho daqui, mas provavelmente ainda vai demorar muito para chegar cá. Então, será que este pequeno “cartãozinho” reduzido para a que muitos consideram a consola mais fraca do mercado, conseguirá, pelo menos, matar a vontade até a versão de PS3 chegar? Vermos então…

A história, tal como já falei antes nas notícias sobre o jogo, é a mesma das outras plataformas (SPOILERS abaixo, se não quizerem saber não leiam o resto do parágrafo): Uma prequel oficial da G1, que neste caso começa quando Zeta Prime, o anterior líder dos Autobots antes de “Optimus” (Ainda sem o nome de “Prime” no fim) está mantido em cativeiro numa prisão de alta segurança Decepticon. Cabe aos Autobots, na primeira metade das missões, descobrirem a sua localização e infiltrarem-se na prisão pra salvar Zeta Prime… Ou pelo menos tentarem, visto que ele acaba por falecer após ser violentamente torturado pelos Decepticons. O conselho, chocado com a morte de Zeta, elige Optimus finalmente como o conhecido Optimus Prime. E o resto… Bem, o resto é Optimus Prime a lutar por Cybertron, em busca de deter Megatron e restaurar a paz no planetinha. Ou bom, provavelmente deve ser isso, visto que ainda não fiz o resto depois da primeira metade (E olhem que a próxima missão após a morte do Zeta promete, com o encontro dos Dinobots Grimlock e Swoop!)
Tal como eu disse, hoje que recebi o jogo só em menos de 3 horas a jogar já consegui chegar a metade do jogo (E olhem que até tenho o botão L da minha DS estragado que é essencial para o jogo!), o que demonstra que têm pouquíssimas missões de história. Aliás, só existem 8 missões da storyline no jogo inteiro! Soa péssimo, certo? Pois bem, ao contrário de nos jogos anteriores de DS onde as missões são algo básico e curto como “Mata um gajo aqui e outro ali” ou “Defende aquele treco acolá”, aqui são super extensas, e em vêz de serem em um mapa aberto são em mapas, que embora por si também permitam bastante exploração, são propriamente mais em sequência e mais fechados do que o normal. Ou seja, aqui o objectivo é mais propriamente seguir em frente do que ir de ponto em ponto num mapa aberto. Claro que eu prefiro jogos de “sandbox” com um mundo aberto, mas aqui até funciona melhor. E não existem apenas missões de história, existe também um modo “Arena” com diversas missões extras que podem ser jogadas com ambos personagens Autobots ou Decepticons onde o objectivo é fazer missões do tipo “survival” como o Escalation do jogo normal (Onde se enfrentam waves de inimigos progressivamente), corridas de checkpoints, entre outros tipos de sub-missões.
Os gráficos estão no bom nível para um jogo de DS. Claro, não são perfeitos, mas não ficam nem perto de chegar ao ponto humilhante de “Isto aqui no meio do mapa é suposto parecer um prédio?”. A construção dos objectos espalhados pelo mapa e do dinamismo do jogo em si é bastante tolerável sem grande esforço, sendo perfeita durante a acção do jogo. Os personagens também estão bem construídos, e embora quando vistos antes de começarem as missões ou nas cutscenes possam parecer super mal-feitos, são facilmente aceitáveis quando vistos de perto e ao vivo enquanto se joga.
Por falar nos personagens, existem MONTES e MONTES de personagens desbloqueáveis, citando apenas aqui alguns exemplos como Sideswipe, Cliffjumper, Ultra Magnus, Hot Rod, Jetfire e até Grimlock (Pela primeira vêz em um jogo da franquia!) entre muitos outros. Os diversos personagens funcionam em sincronia com a jogabilidade: Antes de começar as missões o jogador escolhe 2 personagens quaisqueres e esses personagens serão usados durante a missão, e poderão ser alternados em qualquer momento. Os diversos personagens, á medida que avançam no jogo, também evoluem de “rank”, podendo ficar assim mais fortes, regenerarem a energia e a vida por mais tempo, etc…
A jogabilidade adequa-se bem. Pode-se transformar a qualquer momento quando o jogador bem entender, pode-se usar tanto as suas armas de fogo como as suas armas de combate corpo-a-corpo que cada um tem e para recuperar vida e energia basta ficar quietinho por um momento, mais ou menos como em Revenge of The Fallen para PS3/PC/Xbox 360. E sem dúvida é algo que resulta bem! E sem contar que o facto do jogador poder alternar constantemente de personagem ajuda bastante, pois se estiver quase com a vida no mínimo e prestes a morrer basta mudar para o outro personagem suplente enquanto o normal recupera a vida lentamente.
Por outro lado, se um personagem morrer, o outro fica de substituíto, e se matar o surficiente (Mais ou menos após derrotar uns 3 ou 4 inimigos) o segundo personagem volta á vida. Isso ocorre em quase todos os casos, exepto quando o personagem cai de um penhasco… O que irrita bastante, pois ás vezes os controlos dos veículos não são os melhores e pode ser super frustrante morrer lá no finalzinho da missão simplesmente porque não se notou no buraco enorme no meio do caminho que dava pra um poço de lava. Claro que para evitar isso o melhor é usar sempre pelo menos um veículo aéreo assim que é desbloqueado. Aliás, os veículos aéreos são provavelmente os mais divertidos do jogo!
O jogo também tem um modo multiplayer, do modo típico onde se decide o modo, o mapa e convida-se as pessoas á volta do mundo a jogarem. Porém, desta vèz existe um modo de “Ante” game, que é com todos os outros, só que com apostas de personagens… O jogador põe os personagens que quizer á luta, e se ganhar fica com os personagens que o adversário usou… Senão não fica com nada e perde os que usou na luta, tendo que fazer missões de salvamento extras para os recuperar.
Original, não é? Bem, ainda não consegui jogar em multiplayer e não posso comentar muito, mas de começo parece ter sido bastante copi… Hã, digo, inspirado dos jogos de Pokémons!
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War for Cybertron pode não ser o melhor jogo que já joguei para a DS, mas é definitivamente ótimo. Qualquer fã de Transformers que tenha uma DS fica com este jogo como uma aquizição obrigatória, se possível ambas versões Autobots e Decepticons. Este é um jogo para não perder agora que está nas lojas, e definitivamente vai servir para matar a vontade enquanto não chega a versão de PS3!
Nota final: 8/10

A guerra aproxima-se, com uma figura exclusiva da ShopTo.net!

Tal como eu disse no post anterior, bem era provável que eu postasse alguma coisa antes da minha análise ao tão-esperado (Ou bom, pelo menos para mim que estou a esperar pelo jogo desde o começo do ano) War for Cybertron. E ao contrário do previsível, o post É sobre o War for Cybertron, só que não sendo uma análise e sim duas pequenas notícias, uma sobre uma intressante figura exclusiva que provavelmente intressará muitas pessoas e outra sobre o meu estado actual quanto ao jogo que certamente não mudará a vida de ninguém e que muito duvidosamente alguém ainda tenha paciência pra ler.

Então, começando pela notícia que já diz tudo pelo título do post, surpreendentemente o site britânico ShopTo.net estava a fazer uma promoção especial do War for Cybertron, que incluia desde o preorder inicial uma figura exclusiva: Um repaint do Cybertron Legends Starscream, com as suas cores típicas G1, assemelhando-se bastante á sua versão War for Cybertron. Claro, é apenas a mesma figura com cores diferentes e que se encontra literalmente por cêntimos no Ebay a sua versão original, mas vermos, um boneco de graça É um boneco de graça. E visto que acabara por esgotar o stock com o jogo e o boneco juntos em edições cada uma de um pouco menos que 50 euros e que o jogo sozinho encontra-se por aí frequentemente no mínimo por uns 70 euros… Acho que é excusado falar mais!

Quem quizer ver mais imagens pode fazê-lo no TFW2005, mais precisamente nesta galeria. Infelizmente a figura não está mais disponível- Ou bom, pelo menos não por enquanto, visto que já saiu fora de stock. Existem algumas licitações no Ebay restantes e aparentemente ainda vão repôr o stock no futuro, mas até lá é provável que já todos tenham comprado o jogo.

Agora, passando para a minha situação actual (A parte em que a maioria dos leitores vão fechar a janela ou mudar para outro site qualquer- Não disse?!) infelizmente ainda não puz as mãos no jogo, embora já esteja a caminho da Terra do bacalhau. No meu último dia por Mirandela antes de ir embora verifiquei as lojas por lá e não tinham nada do jogo, tanto que acabei por comprar as versões DS (Autobots e Decepticons) pela internet e a versão da PS3 pela ShopTo (Sendo eu um dos últimos a tempo de conseguir a figura exclusiva, horray!), esperando que no dia seguinte o jogo ainda não teria saído- Não pelo que as lojas disseram- E que como depois desse dia eu ia pro Alentejo, era praticamente esperar por lá enquanto o jogo vinha a caminho… O que deu porcaria ao voltar pra Lisboa, pois no momento exacto em que passei pelas lojas de lá por curiosidade ESTAVAM LOGO ALI A PÔR O JOGO NAS PRATELEIRAS! Ou seja, fui embora no dia seguite mas ainda podia ter passado uma noite a jogar para já ter uma ideia, no mínimo, defenida do jogo, mas deu porcaria. Ao menos ainda vou receber um brinquedinho extra, o que por si nem posso sequer reclamar, mas enfim, é um pouco chato ter as expectativas estragadas dessa maneira… Mas que se lixe, nesses últimos 5 dias passei umas férias do caneco no Alentejo em uma exelente estalagem com piscina. Por outro lado, tal como eu também já falei em outro post do ano passado, a internet por lá é uma vergonha, e se só pra poder entrar no meu blog e carregar tudo demoraram aproximadamente uns 10 minutos, quanto mais entrar na minha conta e postar algo.

Provavelmente demoraria até hoje pra concluír o post, logo até que foi justo.

E bom, fiquem bem. Mais uma vêz sem grandes promessas, como o jogo já tá a caminho (Embora amanhã eu volte pela 3ª vêz este ano a Mirandela) se estiver amanhã a versão de DS á minha espera nos correios ainda escrevo lá nas férias a review, senão não há nada a fazer. E finalmente, lá no Alentejo, ao passar por um mercado comprei este miúd0 aqui…

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… Em uma boa e velha palavra tuga: BUEDA FIXE!

Novo jogo a caminho para Julho deste ano: War for Cybertron

Já há quase um ano, na época onde ainda estavam a ser divulgadas as primeiras imagens do jogo do Revenge of The Fallen, a Activision disse que eles estavam a trabalhar em um projecto aparentemente chamado “Transformers: Origins” queseria um jogo sobre as origens dos Transformers, aparentemente um exculsivo de Xbox 360 segundo o que disseram naquela época. O tempo passa, provavelmente muitas modificações devem ter sido realizadas no projecto em geral e assim, lá para o fim de 2009, as primeiras imagens do primeiro jogo de Transformers de sempre com um universo próprio surgem na revista Game Informer, obviamente indo em uma questão de segundos parar á net.

Bom, o que se pode dizer das imagens?

Pareçiam fixes… Mas só fixes. Nada que me fizesse morrer de exitação (Não é dessa maneira que vocês estão a pensar, seus tarados!), mas ao menos pensei logo que pudesse ser um jogo, no mínimo, intressante. Mesmo assim, vou ser sincero: Nunca gostei muito de prequelas. Visto que o jogo fala sobre o início dos Transformers em Cybertron, eu acho isso um pouco chato: Afinal, para mim o fabuloso de uma saga é ir avançando aos poucos do início ao fim- Claro que não sou contra flashbacks e sem dúvida adoro momentos de sagas relaçionados a outros aconteçimentos passados, mas mesmo assim prequels são algo que nunca me entusiasmaram muito. O que é fixe é ir do início ao fim, não começar a meio e depois ir para o início.

E em pouco tempo (Algo como dois ou três dias após as primeiras imagens saírem), um pequeno teaser apareçeu:

Quando saíu o trailer, começei a gostar muito mais. Realmente o meu intresse pelo jogo começou apenas a desenvolver-se nessa altura, mas não nada assim de muito “Uaaau”. Porém, á medida do tempo que as notícias foram divulgadas, finalmente apreçebi-me que esta era a oportunidade perfeita para um jogo de Transformers que realmente fosse prefeito! E em pouco tempo ignorei o facto de ser prequel- Que se lixe, é um universo completamente novo na história dos Transformers e tem tudo para ser o melhor jogo da franquia de sempre! A minha exitação e hype só realmente chegou ao cúmulo quando saíu o primeiro trailer…

…Mas esperem, antes de eu mostrar, cá vão algumas sugestões ordens obrigatórias para quem fôr ver:

-Ecrã maximizado e em HD total, claro

-Luzes desligadas para não atrapalhar em nada

-Volume no máximo, ignorando as reclamações dos vizinhos e/ou das pessoas que estiverem dentro da casa no momento

-Finalmente, para toque final, algum aperitivo para comer enquanto vêm o trailer, que têm dois minutos e pouco: É mais que surficiente para acabar com uma caixa de tamanho normal de donuts!

Já prepararam tudo? Então, agora que estão prontos:

Quando saíu esse trailer, já não deu para aguentar mais. FABULOSO!!!! Esse é o jogo que eu mais espero este ano (Seguido do The Force Unleashed II, claro) e aparentemente também vai ter uma linha de brinquedos própria, além, de ao contrário do que diziam inicialmente, não vai só sair para Xbox 360, como também para PS3 (Hooray!), Wii e Nintendo DS. Um último comentário: Se o resultado saír uma b*sta  massiva, eu vou ter a maior decepção e o maior “freak out” da minha vida…

Transformers: Zx Spectrum

TF zx spectrum

Como muitos já devem ter notado, eu adoro jogos de Transformers. Afinal, são eles que me salvam quando não tenho nada de mais para postar. Claro, desta vêz não é o caso, mas certos “crássicos” não necessitam de ter menhum caso em especial. E depois este é um jogo da G1, não reclamem!

De qualquer forma, os Transformers têm diversos jogos de diferentes qualidades, desde exelentes jogos como Revenge Of The Fallen para as consolas superiores e Transformers: Decepticons para a DS, como também tem porcarias enormes, como Revenge Of The Fallen para a PSP e Convoy no Nazo. Especialmente Convoy No Nazo, credo…

E tenho a certêza que  qualquer old-timer daqui lembra-se da chegada do Zx Spectrum, certo? Uma época onde computadores eram apenas máquinas a preto e branco para os funcionários de alto escalão fazerem cálculos e imprimir texto, finalmente o Zx Spectrum ofreceu a possibilidade para as famílias da época poderem ter um computador em casa, e com oito cores! Iuhu! E claro, não demorou para saírem jogos para o Zx Spectrum que se tornaram extremamente famosos, afinal quem não se lembra do Maniac Miner?

Eu não me posso lembrar pois não sou da época, mas VOCÊS lembram-se!

E no ano de 1986 surgiu um jogo de Transformers para o Zx Spectrum, que alías, pode ser jogado num emulador online aqui.  E será que as suas oito cores postas em prática com mais pouca tecnologia deram um bom resultado? É o que vamos descobrir!

Spectrum 1

Spectrum 2

Spectrum 3

Antes do jogo começar, temos um bando de flashes sem-sentido e coloridos como normal do Zx Spectrum. E de repente…

Spectrum 4

… TA-TAAAAM! Obtemos esta incrível imagem do Soundwave verde-lima a ejectar o seu “Ratbat” que é na verdade o Lazerbeak com um esquema de cores errado! Aliás, caso não tenham notado, a capa da análise é essa imagem com os meus próprios toques de edição! Espetáculo, né?

Spectrum 5

Depois dessa entrada, clica-se em qualquer tecla opcional e obtém-se o que se vê acima. Em primeiro lugar, não se iludam, as insígnias são apenas imagens, portanto não dá para mudar de facção no jogo, o jogador fica sempre com os Autobots. E depois é fundamental não esquecer antes de jogar ir a C para defenir o teclado como Input Device, ou o jogo não irá responder aos controlos do jogador enquanto joga.

Spectrum 6

Antes de começar o jogo, temos uma mira embaixo do ecrã do jogo (Aquele + amarelo a apontar para o Prime púrpura) para escolhermos entre 5 personagens, por ordem, o Mirage, o Optimus Prime, o Hound, o Jazz e o Bumblebee. Aliás, misteriosamente o Prime é púrpura, mesmo no Zx Spectrum havendo vermelho. E já agora como a emulação pode ser um pouco confusa, vou dizer os controlos no teclado para selecionar o personagem:

1- Move a mira para a direita

2- Move a mira para a esquerda

3- Move a mira para baixo

4- Move a mira para cima

5- Seleciona o personagem

Spectrum 7

Depois de que o jogador escolhe o personagem, ele é teleportado para a batalha a partir de uma aquelas coisas que se vê acima e é obviamente é permitido jogar com o personagem e saír por aí num mundo virtual 2D de plataformas de uma só cor, a disparar contra os Decepticons que tiverem no lugar.

Os controlos são:

MODO-ROBÔ

1- Faz o personagem andar e mover de ângulo para a direita

2- Faz o personagem andar e mover de ângulo para a esquerda

4- Faz o personagem entrar no “modo-voador”, como na G1

5- (Quando o personagem está virado para a direita ou esquerda) Dispara

5- (Quando o personagem está virado de frente) Transforma para veículo

MODO-VEÍCULO

1- Faz o personagem andar para a direita

2- Faz o personagem andar para a esquerda

5- (Quando virado de frente) Transforma em robô

MODO-VOADOR

1- Faz o personagem voar para a direita

2- Faz o personagem voar para a esquerda

3- Faz o personagem voltar ao modo-robô

4- Faz o personagem voar para cima

5- Dispara

Eu sei, pode parecer difíci fazer tudo isso com 5 teclas, mas é apenas questão de se acostumar. Quanto á jogabilidade em si, bem, no modo-robô é basicamente simples e funciona bem. No modo veículo também funciona bem. Por outro lado, se o jogador selecionar o modo voador, é a mesma coisa que suicidar-se, pois verdade seja dita, mesmo que a barra de vida do jogador esteja cheia, no modo voador basta tocar em uma plataforma ou uma parede e BOOOM!!! O jogador literalmente explode.

E sim, este jogo tem não só uma barrá de vida, como uma barra de poder e uma barra de munições! HÁ! Toma isto, “Come-Boi” No Nazo!

Spectrum 9

Como normal de um jogo de Zx Spectrum, não há basicamente história menhuma. Tudo o que o jogador precisa de saber é o básico de Transformers, ou seja, um bando de robôs chamados Autobots que se transformam em veículos que passam o dia a atacar outros robôs que também se transformam chamados Decepticons. E no jogo é basicamente isso que acontece, no meio de uma… base Decepticon, ou onde quer que o jogo decorra. Na minha opinião, acho que antes podiam pôr antes da acção do jogo começar alguma animação ou até mesmo um texto que desse e explicasse a história do jogo.

Os gráficos são os gráficos de um jogo de Zx Spectrum: Tentativas de adaptar-se com as suas 8 cores e fazer cenários fantásticos. Aqui os cenários nem ficaram lá essas coisas, mas ao menos alcançam alguns certo joguinhos da época. Quanto á dificuldade do jogo: Bem, direi simplesmente que, embora também tenha a sua dificuldade, é MUITO mais fácil que o Cacavoy No Nazo. Aqui a vida, o poder e as munições acabam simplesmente quando acabarem, sem “health bonus” ou “Weapons bonus” pelo caminho. Quando começar a esgotar, o melhor que o jogador tem a fazer é correr de volta para o teleporte de onde voltou e assim é teleportado de volta para o menu de escolha de personagem. Aí pode escolher de novo o seu personagem (Que já volta todo preparado para a batalha, com Shields, Health e Power recarregados de novo no máximo) ou escolher outro.

O objectivo do jogo é basicamente ao tipo high score, ou seja, basta saír por aí a acumular pontos até todos os personagens morrerem. Claro, sempre pudemos supor (Imaginar) que quando os pontos chegarem a um valor acima de 999999 e não houver mais espaço no ecrã para os números, milagrosamente aparece no ecrã um “CONGRATULATIONS!!! YOU WON!!!!”, mas duvido que alguém tenha sobervivido no jogo tempo surficiente para descobrir se algo tipo isso acontece.

Spectrum 10

Tudo o que eu posso dizer deste jogo é que não é um daqueles exelentes jogos de Transformers, que os fãns criam um altar em sua volta e consideram-o sagrado, mas também não é um mau jogo. Basta apenas lembrar que isto foi feito com oito cores e pouca tecnologia para não esquecer o tão primitivos que os jogos eram naquela época, comparados aos de hoje. E depois, pelo menos até eu conseguir jogar o Tatakai, este é o melhor jogo da G1 já feito.

Nota final: 7/10

E vou concluír a análise com as minhas sinceras palavras: É VERGONHOSO como um joguinho para o Zx Spectrum consegue alcançar de lonje um jogo de NESten. E sim, estou a referir-me de novo aquela abdominável porcaria do “Cu-boi nu Nacho”! Que raiva só de pensar o tão bom que esse jogo podia ter sido!!!!

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UPDATE 20/12/2009

Este post já existe há algum tempo, mas perdoem-me, que eu realmente precisava de corrigir isto. Após ver um vídeo no Youtube, descobri que o jogo sim, realmente têm algum objectivo a mais do que simplesmente lutar por high-score até todos os personagens morrerem. O objectivo do jogo é apanhar uma espécie de “disquetes” escondidas pelo mapa de plataformas até revelar-se a insígnia Autobot no centro do mapa, como se pode vêr neste vídeo: